KAUSOS





A VOLTA DE QUEM NEM FOI 


EP I  " Cachinhos dourados"


Ele é aquele boy de 2019 que conheci, segundo ele, e acredito, em sua primeira ida na sauna, sob influência de um amigo. Na ocasião, eu estava em Recife para uns dias de descanso. A saudosa Kisha  [rest in peace] me indicara um local para hospedagem. Discreto, mas que era fácil levar as visitas e gritar de boa nos aposentos. Naquela noite na sauna, após ele andar feito barata tonta na cia do tal amigo e gostoso daquele jeito, sem abordar uma xixa e não ser abordado, eu decidi tomar as rédeas da situação e fui ver qual era a do anjinho de cabelos encaracolados. Era grande. 1 hora na suíte, foi o suficiente para quase pedir ao motorista de aplicativo que retornasse ao ponto de partida, para novamente sentir aqueles 20 e poucos centímetros atolados dentro de mim . Àquela altura, não podia imaginar, que anos depois, ainda sentiria as mesmas sensações, como se fosse a primeira vez. Diferente do que ocorre com a Guh, e às vezes para a minha infelicidade, ele salvou meu número de telefone e deixou comigo, a promessa que me faria uma visita no dia seguinte. E assim fez pelos dois dias seguintes. Viajei de volta para casa e mantivemos contato por um curto período. Na pandemia ele me procurou novamente e mantivemos contato desde então. Em todas as conversas ele fazia a mesma promessa: "Quando você aparecer aqui, eu vou te encher de rola" " 


EP II  " O falso hétero"



A viagem estava marcada. Meses antes, eu havia reparado nas fotos de um " seguidor em comum" meu e do fulano. Eu queria atender, mas como? Aprendi na vida que quem quer faz, quem não quer, pede para alguém fazer. Eu fiz. Estava tudo combinado: Chegando lá, atenderia o amigo em um dia, o boy habitué no outro e ainda me sobraria um dia para repetir aquele que eu julgasse pertinente. Quanto ao amigo, uma única preocupação: Se eu daria conta daquela rola que me mostrara em vídeo. Era grande. Grande e grossa, na verdade.
Uma foto da praia indicou que eu já dava pinta em terras nordestinas. Uma notificação: " Chegasse?" . A vontade de dar para aquele de quem eu guardava recordações de 2019, não era maior que o desejo de arrancar a roupa do nosso seguidor, que à essa altura, também já sabia que eu estava na cidade. Rapidamente, bolei um plano para que tudo desse certo: " Digo para A que vou pra outra cidade vizinha hoje e só retorno amanhã e atendo D, está tudo certo. Antes de inventar a desculpa, não que eu precisasse, afinal estou falando de encontro com boy, não parei pra pensar que as criaturas poderiam se conhecer e trocar figurinhas sobre as yags que atendem. Entre o que eles falam pra gente e o que realmente fazem, tem toda uma realidade que requer compreensão sem julgamentos.
Inventei a historinha para o primeiro e marquei com segundo para aquela noite. De repente, chega uma mensagem de áudio do contato novato. Ao ouvi-la, me dei conta que era a voz do boy habitué: " Como é isso?, estás a me trair com o fulano"? , seguido por uma foto dos dois juntos.
Quase engasguei com a buchada que apreciava no almoço, quando me dei conta que os dois eram amigos pessoais e vizinhos e lembrei que assim como nós, eles também vivem de xaxo. 

Me vi diante de poucas alternativas: Atender os dois era inviável. Não gosto de desperdiçar oportunidades. Manter a coisa como estava era o mais provável. Sem muita explicação, disse para o primeiro que sairia com o segundo e que os demais dias seriam todos nossos. Amada, que situação! 
Menos desconfortável, passei a combinar com o novato dotado, que até então, eu só conhecia por fotos. Algo me mandava abortar a missão e continuar apenas com o outro, relembrando os bons tempos. Ignorei.
Ao cair da noite, com um atraso absurdo, o boy chega nos meus aposentos. Girl? Cadê aquele boy das fotos? Nera hetero? Por que não me avisou? Por que me enganou? Onde aperta pra desfazer tudo?
O rosto era o mesmo. Só. magrelinho, uma perna finíssima, zero bunda. Não tinha bunda nenhuma. Uma gargalhada a cada frase. Deitou. Deitei ao lado e incrédulo que tinha trocado o boy que me vira do avesso por aquela aventura, comecei a pensar rapidamente no que fazer. Uma opção seria dispensar a fraude e correr pra sauna. Mas já estava tarde. Me acalmei e lembrei que muitas passivas comem as yag com raiva. Era a minha vez. Conversei um pouco com ele, me desculpei pelo meu espanto e afobamento, para deixá-lo relaxado. Em minutos, estava aquela bigodudinha, deitadinha, mamando e virando os olhinhos, enquanto me olhava. Tive medo de virar ativa, de tanto que a vadia mamou gostoso. Uma rola enorme e grossa, como poucas que vi na vida. Estava dura. Vou sentar nessa garota, que se foda, pensei. Não foi possível. O tesão que eu estava não era em dar pra ele e sim, cadelizar.  Aquele rosto lindo me olhava e mamava, como quem pedia desculpa por ser tão trucoso. Me certifiquei se ele estava de cu limpo, pois ainda não aderi à prática pig. Fui informado que apenas havia tomado banho ( ainda bem, ne). Confesso que estava louco de vontade de montar naquela cabrita barbudinha, de boca e dentes perfeitos. Tentei sentar de novo, era impraticável. Finalizamos na pegação. Queria muito leitar aquela boquinha e mandar ele tomar tudinho, mas o danado apenas aceitou receber na carinha, enquanto eu alisava seu rosto lindo e meigo. Medo de gamar em uma passiva!


EP III  " Amor de quenga"




Em 2019 posso garantir que voltei gamada no boy. Foram meses lembrando dos beijos de língua e das ordens que me dava, enquanto mandava eu olhar no espelho e ver que estava tudo dentro de mim. Lembro das duas vezes que ele me catou no hotel, tampando minha boca para não fazer barulho. Não adiantou. O Recepcionista me olhava diferente toda vez que eu passava. Por mais um pouco, não pedi pra ele me fazer uma visitinha.
Dessa vez, o boy estava maior. Os últimos 4 anos, foram dedicados aos treinos, fazer uma filha e em seguida, trocar a "namorada" por uma moça sem filhos. 
Na mesma noite, frustrada pela escolha equivocada, já marquei com ele para a manhã seguinte. Por volta das 10, lá estava ele para me encher de rola, conforme prometera.
Assim que entrou no quarto, trocamos um abraço, afinal eram quase anos sem nos vermos, apesar de conversamos vez ou outra pelo WhatsApp. Seu corpo esculpido na academia e mais algumas tatuagens o deixaram mais homem, diferente daquele menino com cara de inocente, que conheci em 2019. Não tive paciência e enquanto ele contava algumas coisas e queria saber do xaxo da noite anterior com seu "colega", minhas mãos já estavam escorregando para o interior da sua bermuda. Enquanto eu contava da experiência equivocada, ele foi tirando a bermuda e deixando transparecer uma cueca vermelha. Só aí me dei conta de que seu pau é realmente grande e grosso. Me calou me beijando e em seguida empurrando minha cabeça para o caminho do paraíso. E que caminho difícil de percorrer. Mamei como um verdadeiro sedento. Era como se eu estivesse esperando por isso, pelos anos que se passaram. De certa forma eu estava. Me pôs de ladinho e com carinho, foi tentando encaixar aquela coisa imensa e de estrutura de difícil penetração. Encaixou um pouco e logo mudamos e posição. Me fez ficar de bunda pra cima e deitou em cima de mim, de modo que eu pude sentir todo o seu corpo sobre o meu. Fizemos umas 3 posições quando eu, sem demonstrar intimidação, pedi pra sentar. Ele ficou deitado e sentei de frente. Nem guindaste me tiraria dali. Gozei nessa posição. Conversamos por uns 20 minutos e ele se foi, com a promessa de voltar assim que eu quisesse.


Madame K

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Atualmente mantenho comunicação com o boy que inspirou esse conto. Nos conhecemos em 2019 e de lá para cá, todas as vezes que vou à Recife, recebo sua deliciosa visita no hotel em que me hospedo. Quando o conheci, ele namorada uma garota, a qual ficou grávida e juntos, tiveram uma filha. Houve separação e o boy arrumou outra racha e continuam juntos, tiveram outra filha e formam uma linda família feliz. 

CHAVE DE CADEIA

👅👅👅👅👅

O ano era 2015. Lembro como hoje, o dia que um amigo, casado com uma amiga, me chamou para ir à praia. Essa amiga sempre foi muito próxima e após seu casamento, sempre me envolvia nos rolês da nova família. Uma família daquelas: Em termos atuais, uma família tradicional. Na praia, em meio a tanto tédio, lembro que procurava sempre me distanciar das criaturas, principalmente para não ter que testemunhar comentários sobre as outras pessoas e piadinhas sem graça a meu respeito, dirigidas a mim mesmo, como se fosse a coisa mais natural do mundo. De todo o grupo, além da minha amiga e seu esposo, valia a pena perder alguns minutos rindo e brincando com o filho de um casal, família de um irmão do tal amigo, que à época era adolescente. Percebia que ele, apesar de sempre rir das coisas sem graça, proferidas em todos os encontros, assim como eu, ficava desconfortável, mas nada podia fazer. Algum tempo depois, soube que estava namorando uma adolescente da escola. Depois dessa, sempre tinha outras.

Outros encontros ocorreram e com o tempo, fui negando os convites que minha amiga fazia, deixando claro que aquela família não era o tipo de pessoas com quem eu queria estar . Foram-se! Uns dois anos depois, encontrei o menino numa academia perto da casa deles. Estava ficando uma delícia! As redes sociais, algo que sempre nos conectou, mas sem muita interação, haviam sumido. Meus encontros com minha amiga, seu esposo e as crianças deles, continuaram. Apesar dele ser da mesma família, tem minha amiga que é louca de tudo e se preciso for, fala poucas e boas para ele, inclusive em público. 

Numa bela tarde, fui convidado para um churrasco na casa da mãe da amiga. Entre uma conversa e outra, perguntei para meu amigo por onde andava o sobrinho, pois nunca mais eu o havia visto.

Em tom baixo, quase em sussurros, para que ninguém pudesse testemunhar a conversa, me disse que " estava perdido nas drogas". " É uma maconha que não tem cura, os pais mandaram até para a casa da tia em outro Estado, para ver se para de matar todo mundo de vergonha ( Carlos Priori, andou mamando algum maconheiro por aí?). " De nada adiantou...mandaram de volta e está por aí na mesma vida".

POR QUE SOMOS ASSIM?

Se você não pensou a mesma coisa que eu, parabéns! Você está em outro nível de consciência. A vulnerabilidade, na maioria dos casos, é o que torna possível o sexo com um boy não gay. 

A vida seguiu e um belo fim de tarde, fuçando em uma rede social, aparece um perfil que não era estranho. Estava com o cabelo platinado e bem mais bonito do que sempre foi.

O kool tremeu. Na foto, ele estava muito bonito e aparentando os seus 23 anos, que vieram a se confirmar quando falamos, assim que eu enviei solicitação. Aceitou no mesmo segundo e já enviou uma mensagem, perguntando como eu estava, onde estava e se estava afim de fazer "algo". Amada? assim confunde e atiça. Nessas horas, se você algum dia teve cautela, não lembra quando foi. Uns minutos de conversa e sugeriu que tomássemos alguma coisa, tomasse um sorvete ( eu ri disso) e trocássemos ideia. Eu disse que estava em casa e que ele poderia aparecer. Como o conhecia desde os 15 anos e sempre tivemos uma relação de amizade tranquila, não considerei que seria um risco, mesmo sabendo do histórico recém sussurrado pelo tio.

Fui pegá-lo no local combinado. Durante o trajeto, me disse que estava trabalhando com transporte de mercadorias. Quis saber se transportava drogas e ele disse que não mais. Que o máximo que fazia, agora, era fumar um baseado, inclusive estava trazendo um pra fumar enquanto bebia. Me certifiquei da quantidade e disse que, em caso de blitz, eu diria que ele era trombadinha filho de amigos e que eu estava apenas dando uma carona. " Aí você me fode" " Não desse jeito, nem serei eu", o tranquilizei.

Cervejas, um sorvete, música e conversa. Fomos bebendo ( eu sem álcool, no truque). após umas e outras, já bem chapado, coloquei a mão sobre sua coxa grossa, e fui deslizando pra dentro do moletom. Estava dura! Segurou minha mão! ( ainda bem que não deu um tapinha) continuou a contar suas coisas e eu a jogar. Na segunda tentativa, não tirou minha mão. Apertei o caralho duro e senti um volume generoso, mas nada absurdo. Pus mão por dentro e antes que eu tentasse mais alguma coisa, ele tirou a bermuda! Quase mandei vestir de novo. Curva pra baixo, ponta fina e aparência exótica. Empurrou minha cabeça e me botou pra mamar. Babona, mas horrível de mamar aquele gancho. Fui mamando e numa infelicidade das distraídas, desci demais. Quando estava no saco, bem embaixo, senti aquela afrouxada e eis que empurra minha cabeça para o rabo. Que rabo lindo do caralho! Ficou de ladinho e conforme eu mamava aquele toba, ele gemia e forçava minha cabeça contra o rabo. Não resisti e fiz ele ficar de quatro. Nesse instante, previ as cenas seguintes e tratei de reverter a situação. Peguei uma camisinha e eu mesmo encapei o anzol do pescador. Ele deitado e eu sentava, tentando fazer aquilo encaixar. Foi. Era delicioso, mas não parava dentro, quando ele bombava. Pedi para que ele sentasse no apoio do sofá e fui no colinho....Que delícia, aquelas coxas grossas, lisas, enquanto via suas tatuagens na perna. Gozei sentando nele. Mal me levantei e ele saiu correndo tomar banho, parecia estar passando mal. Considerei queda da pressão e ofereci uma pausa. A larica bateu no cara e ele devorou um saco de amendoins que tinha para acompanhar a cerveja. Após um respiro, deitamos no sofá e ele virou o rabão, de maneira que deitei a cabeça apoiada nele. de repente, ele abaixa a bermuda novamente e lá vou eu cair de boca naquele rabo. Ele gemia muito e falava " ai...ai...com uma voz que eu não reconhecia ( me nego). Eu passei a usar o dedo e a coisa ficou quente. Pegou na minha rola e começou a bater... " Nunca chupei".

" Nem chupará hoje" , pensei e continuei com a pressão do dedo. O filho da puta começou a bater punheta e gozou comigo socando forte no cuzão, de frango assado. Foi novamente tomar banho e ficamos em silêncio, deitados. Dormimos ali mesmo, agarrados e na manhã seguinte, por volta das 5, ele me pediu pra ir levá-lo na rua perto da casa dele.

Uns dias depois, mandou mensagem e pediu pra vir em casa de novo. Em meio a conversas, falou da vida e do seu processo de transição entre a adolescência e a fase adulta, em meio ao modo de ver as coisas de seus genitores e de sua família em geral. Vi muita vulnerabilidade e percebi que estava me tornando um elo muito importante para ele, principalmente quando manifestou a preocupação de seus pais tomarem ciência de que ele andava me visitando em privado. Relembrou coisas do passado, inclusive os momentos das piadinhas quando das reuniões. Ele precisou " se perder" para se encontrar. Para minha sorte, eu me encontrei bem antes e não precisei me perder. Não seria por ele e sua rola gancho que eu me perderia. Nesse mesmo dia, sugeriu que eu fosse com ele em determinado lugar, para ele poder comprar droga. Diante da minha recusa, sugeriu que eu emprestasse o carro para ele ir. Recusei novamente e disse que ele podia contar comigo em diversos aspectos, exceto para servir de meio para que ele chegasse até onde o vício o obrigava a ir. Mesmo o conhecendo desde sua meninice, eu sabia que ele não era mais aquele adolescente que sentia vergonha ao ver seus parentes tirando sarro de tudo que fosse diferente deles. Tive ciência que mantê-lo por perto, significava problema, do mais simples, ao mais complexo. Desnecessário. Na terceira tentativa de vir em casa, eu lhe disse que não estava. Acho que entendeu o recado. me disse que ficaria off de redes sociais e ia focar no trabalho. Fiz uso do silêncio e dias depois, suas redes estavam desativadas. Aproveitei e usei a opção bloquear.

Tem maneiras de se encontrar e se perder na vida, inclusive por macho. Para você que nunca quer se perder, repita essa frase de um querido amigo:

" Se perca em uma rola, não por uma rola"

Ainda mais um gancho.


Beijo de K 

Após esse dia, houve uma nova visita. Ele disse que estava se recuperando de uma infecção por Dengue e que não daria pra fazer nada. Mas avisou isso, só quando já estava em casa. Ficamos ali falando amenidades e ele contando vantagens sobre sua vida e suas conquistas. Em seguida, vendo que nada do que eu queria seria possível, resolvi levá-lo embora. Ja na porta social, ele falou que precisava usar o banheiro e retornou. Na volta, precisei utilizar meu fone de ouvido. Cadê? Ele ficava em cima de uma mesinha de cabeceira. Mais tarde, lhe enviei uma mensagem dizendo que não conseguia achar meu fone. Ele lamentou e disse que tinha um que não usava, se eu quisesse, ele me daria, gentilmente. Eu agradeci e disse que não precisava, que compraria outro. Desse dia em diante, nunca mais respondi suas mensagens, as quais ele apagou depois  de dias sem resposta. Meses depois, fiquei sabendo que ele havia batido na esposa. Que vão-se os fones e fiquem as orelhas.


                   O VERDADEIRO PIKON                      

Vendedor, Fred, Igor, os surtos da bicha proprietária de michê em sauna. Tudo isso já bastaria, mas o Platinado, aquele que me fez sentir vontade de ao menos vê-lo sem roupa, era uma questão que eu precisava resolver. Talvez mais difícil que resolver essa questão, fosse encarar a realidade que batia à minha porta: A bicha com a qual, horas antes eu brincava de cavalinho na piscina, a mesma que dias antes me orientava a remar ao contrário em um Caiaque, havia me enviado teste positivo de Covid. Eu estava no Uber com J. e enquanto combinava de encontrá-lo no dia seguinte, abria discretamente o resultado da yag e me preparava para lidar com as consequências de dias sem cautela e autoconfiança. "E se estiver contaminado também? E J.? Igor? quem mais?" é realmente uma situação desesperadora. "E agora?" Enquanto conversávamos, perguntei se ele havia se vacinado. Ele me disse que havia tomado as duas doses. Eu, as três, então, menos mal, mas esse suspense, essa tensão, não foi capaz de me fazer fraquejar. Eu estava bem, mas até quando? 

Em um ato impensado, ainda no Uber, decidi que daria meia volta e seguiria pra Sauna. Aproveitaria a chuca, o caminho feito pelo vendedor e meu ainda bem-estar, caso encontrasse o boy que eu ainda queria provar. Fui.

Ao chegar na Fox, poucos boys. Na verdade, pouca gente. Como no primeiro dia, parecia uma repetição de cena. A dona das bebidas todas, sua voz alta, o maduro, a mesa. Outro boy ocupava o lugar que antes, era do novinho de rola até então, desconhecida.

Em uma cadeira, distante, na companhia de outro boy, estava ele. De toalha, sentado. Eu pedi uma cerveja e antes que me acomodasse, ele passou a me observar e com um gesto, me convidou para a mesa. Pensei em fazer a linha mas ainda bem, acabei fazendo a simpática e fui ter com eles. Ele se apresentou e puxou a cadeira pra mim. Rapidamente, me perguntei se estava prestes a fazer o papel da de óculos que fala alto. Eu não faria isso comigo mesmo e muito menos por ele. O filho da puta é realmente um bandidinho do bem. É daquele tipo que tira, com a rola, tudo o que quiser da bicha. Mas seu ponto fraco, como a maioria dos boys, é a boca: Fala demais. 

Sentei e ficamos frente a frente. O boy ao lado, era mero coadjuvante. Pra falar a verdade, nem lembro quem ele era. Talvez um fortinho parrudo, que está sempre em sua cia. Meus olhos admiravam seu corpo jovem, de aparentes 23 anos e quando desciam para a toalha, em sincronia, sua mão os guiavam e foi se abrindo o caminho que eu tanto queria percorrer. Caralho! Uma rola gigante, grossa, preta, de tom mais escuro que sua pele. Mole, adormecida. Engasguei com a bebida e um boy, que nem sei quem, se fez presente:  " vai matar o cara engasgado, fulano". G. olhava em meus olhos e com  cara de um puto autêntico, fechava a toalha enquanto me convidava para brincar um pouco. " Eu não gosto de brincadeira, comigo a coisa é séria". " Acabei de chegar...." mas antes que eu concluísse a fala, lembrei por qual motivo havia ido ao antro, ainda mais no contexto de dúvida e medo que me encontrava. Como em câmera, lenta, fui desfazendo tudo que comecei a dizer e em minutos, estava de pé, no quarto, com ele chupando meus peitos. Que delícia de mlk! Para quebrar o gelo que sequer existia, dei uma pausa para dizer que me sentia a Tieta, naquele quarto sombrio de puteiro, com luz avermelhada e piso de cimento queimado. Rimos e após mais uns amassos, ele deitou na cama e me puxou para cima do seu corpo. Corpo macio, carne jovem, suculenta. No cenário, ele estava ainda mais belo. Seus lábios escuros, percorriam meus peitos e pescoço, no mesmo instante que seus dedos abriam caminho ( mais, viado?) para aquela tora tentar penetrar. O pau é realmente grande e grosso. Não é brincadeira. Eu tinha certeza que rolaria apenas uma mamada e com muito esforço, o deixaria meia bomba. Deitei em seu peito e fiquei segurando aquela caceta enorme, enquanto lhe dizia, agora entender o motivo pelo qual ele ficava vestido na sauna, ou não ficava se exibindo, como a maioria o faz. 

" uns boys escondem porque tem de menos, outros porque tem em excesso" falei " Com calma e jeito, vai tudo", ele rebateu.

Fui pegando e a cobra crescendo na minha mão. Tive que segurar com a boca. Ficava dura mas a danada teimava em cair (para o lado, de tão pesadona)..além de grossa, o caralho é torto, meio envergado para o lado...senhor! Suculento, cabeçudo. Duro como pedra. Eu estava quase afobada, sem saber o que fazer. Ele foi conduzindo, empurrando a minha cabeça e me fazendo engasgar. Me segurando e me deixando sufocado com aquilo. Seus dedos continuavam a percorrer. "dois" pedi. Obedeceu. Tentou me pegar de 4 pra começar. Amada? Era impossível. Eu previa o flop. Deitei de bunda pra cima e após algumas tentativas, a danada entrou. Tem umas rolas grandes que entram de tal forma, que vc se sente invadido, de verdade. Estava uma coisa deliciosa, mas eu estava incrédulo que aquela rola estava me comendo. Coloquei a mão entre nossos corpos e pude comprovar: Até o talo. Aquele saco pesado me batendo....O tesão era do caralho. Pediu pra me pegar de quatro. Fomos. Porra, pedi pra fazer de cachorrinho, com seu corpo em cima do meu, seus braços apoiados em frente aos meus. Puta que pariu. Virei ele de peito pra cima e sentei de frente. G. segurava em minha bunda enquanto eu me ajeitava e deitava em seu peito. Eu ja tinha gozado com J., sabia que seria difícil. Me pegou de pé, no meio do quarto. Pediu pra eu abaixar, me posicionou em frente a um grande espelho e meteu a rola em minha boca. Dura. Meus olhos revezavam entre a imagem real e a sua representação no espelho. O barulho de punheta pesada, o saco balançando. Ele batia forte. Eu segurava em sua bunda com uma das mãos e me apressava com a outra. Queria gozar daquele jeito. Deu umas roladas na minha cara e acabei gozando primeiro. Uma jatada farta, inundou meu rosto. Seu corpo tremia. Socou mais uma vez a rola na minha boca e foi fumar, enquanto eu ia me recompor na sauna a vapor. Nos encontramos depois no grande salão e o convidei pro vestiário. Pediu meu número ( bjo, Guh).

Eu queria de novo....mas e o outro?

SAINDO DO STAND BY


Acordei na manhã do dia seguinte e por volta das 10 fui na praia, no mesmo ponto que conheci o vendedor. Eu estava sozinho. Fui pra uma parte com pedras, um pouco afastada, mas com uma boa visualização de todo o entorno. Alguns cafuçus fumavam nas pedras. Entrei no mar e enrolei ali por uns bons minutos. Saio do mar e avisto, um pouco à frente, o vendedor com seu material de trabalho. Eu estava no alto e ele andando na areia. Me fiz ser notado. Olhei em sua direção mas não saí de onde eu estava. Ele sentou em uma cadeira e ocupou um guarda-sol que estava vazio. Começou a mexer no celular. Eu fiquei estático e um estalo me fez ir até lá. Na cabeça, apenas passar para ser visto. Eu realmente achava que o entorno da rodoviária fazia parte de um plano para derrubar uma gay sedenta. Quando cheguei perto, ele me olhou e antes que dissesse qualquer coisa, eu tomei a iniciativa: " Olha ele, o que está me enrolando"! Nos cumprimentamos com as mãos e sentei ao seu lado. " Eu te vi ali, mas você não mandou mais mensagem, achei que você tinha desistido". Conversamos sobre a cidade, sobre a praia, sobre seu trabalho e sem perda de tempo, perguntei o motivo de ter que ser na rodoviária. Ele me explicou que é por ser perto de onde ele mora e por conhecer alguns hoteis que dá pra ficar "de boa". Mas podemos ver algo aqui por perto, então, pra ficar mais perto pra você - Sugeriu. " A gente acha no Google". "Tenho que ir na auto escola, em Brotas, perto de casa mesmo." Concluiu dizendo que não era nada demorado e que umas 16 já estaria livre. Meu c.(corpo) tremia, numa mistura de dúvida e desejo. Ele disse que quando saísse da autoescola me mandaria mensagem. Fui pro calçadão. O calor era infernal. parei para me refrescar com uma água de coco, no calçadão. Meus olhos iam me conduzindo e me vi parado, enquanto chupava o canudo, de olhos duros nas coxas de um cafuçu delicioso que pedia um copo descartável ao cara dos cocos, para misturar um produto e descolorir os pelos das pernas. Ele estava com as pernas do short erguidas até onde era possível e em sua volta, outros boys faziam barulho e soltavam piadas. O coco ja havia chegado ao fim e eu ainda estava com o canudo na boca, perdido nas coxas do boy, quando fui interrompido por ele, em tom amistoso:

" Pra você que está olhando minhas coxas sem parar, pode admirar...espere eu passar o veneno..."

Enquanto falava, batia nas coxas e as exibia aos boys da rodinha, ao mesmo tempo que me atiçava. 

" Eu nem estava olhando, to vendo agora de tanto que você chamou a minha atenção". " Você foi o que mais admirou. Ate o canudo está sugando sem ter mais água no coco" ( maldito)...Me perguntava se eu não tinha alguma coisa pra ele usar como luvas. O grupinho se desfez e ele já estava mais perto de mim. Antes que eu pudesse dizer algo, chega um boy mais delicioso ainda e ele fala: " E aí, pai, você sumiu.." A resposta do boy foi assim:

" Você não sabe um esquema aqui pra desbloquear celular?...Acabei de trombar um viadinho ali no calçadão, no Farol...Um Motorola novinho, zerado....Eu só cosnegui metade das instruções do mapa da criminalidade, pois minhas pernas começaram a ficar bambas e fui saindo de costas como um caranguejo, lembrando que meu celular comprado dias antes de embarcar estava no bolso. Fui almoçar.

Um boy que vendia miçangas perto do Farol tentava vender algo pra uma dupla de moças. Sem sucesso. Além de almoçar, minha intenção, na ocasião era achar um hotel para ir ter com o vendedor horas mais tarde. Não pensei duas vezes. Passei perto do Fred e ele me abordou. Expliquei que não queria os adereços, mas se teria liberdade para fazer uma pergunta um tanto ousada. Prontamente me deu garantias de que eu podia perguntar o que quisesse. 

" Me fala uma coisa. Digamos que eu encontre uma pessoa para transar, andando de boa por aqui...você saberia me dizer onde posso conferir o que o baiano tem"?

Ganhei o boy, mas perderia por pura ansiedade de atender o da praia. Me disse que não conhecia e, olhando em meus olhos, segurando em minha mão, ja me marcava com uma fitinha recordação.

Olha, sua cara me diz que você é uma pimentinha e bem quente. Então, vou te dar esse colar de pimentinha. Falava isso enquanto me olhava firme e colocava o colar em meu pescoço. Eu estava louca de desejo por ele. 27 Anos, com aparência de uns 24 e um corpo básico, bastante queimado pelo Sol. Fred era belo de um jeito simples. Me disse que ali, não conhecia nenhum lugar, pois só conhecia esses hoteis perto de onde morava. Falou do "projeto" para o qual vende os adereços e enquanto tentava me vender uns colares que segundo ele, eram de prata, perguntava coisas sobre mim. Onde estava hospedado e até quando ficaria. Eu estava encantado por aquele olhar fixo e lábios corados, próximos a mim. O calor do sol era insuportável e ele ali, na tentativa de me convencer. Falou algumas sacanagens e disse que se eu quisesse, mais tarde, ele até me ajudaria a achar um local assim e que poderíamos tomar uma gelada para então, depois, ele me mostrar o calor e o tempero e a receptividade do baiano. Menti que estava sem cartão. Ele me questionou como então, eu ia pagar o hotel que estava a procurar. Expliquei que não seria pro mesmo instante. Apelou para o pix e eu para a ausência de celular. Sugeriu ir até o hotel, comigo. Escapei dizendo que não podia ir estranhos no hotel. Prometi passar no dia seguinte. Ele disse que não estaria. (e não estava, que fui ver). Prometi voltar mais tarde e ele disse que todos dizem isso mas nunca voltam. Parti com o cu em chamas e o coração apertado. Fred seguiria em minha mente pelos dias seguintes.

                                                                                                                                 Foto ilustrativa, apenas

   



A HORA ENFIM CHEGOU

Foto real

Quando voltei pro hotel, no zap estava a localização, com uma foto de um hotel. 3,5 km dali. Olhei o entorno do hotel nas fotos do Google, respondi a mensagem e J. me disse que já estava na autoescola e que, assim que acabasse o que fora fazer, me mandava mensagem. ( Pra que almocei?). Pecado!
Corri e fiquei pronto. A mensagem chegou. Peguei um carro de aplicativo e fui ao endereço indicado por ele. Fomos trocando mensagens durante o trajeto. Ele estava indo de metrô. Cheguei antes e fui na frente do hotel, analisar o terreno. Boy sempre atrasa! 10 minutos depois, lá vem ele. Era um hotel grande, onde pessoas se hospedam. Perguntei se ele tinha certeza que ali atendia por períodos. Pegamos o período de 2 horas. 38 reais, com ar!
Um quarto muito confortável. Uma cadeira plástica branca, compunha a mobília. Um frigobar, uma cama grande e um espaçoso banheiro, no qual ele tomava um banho rápido, eu tirava a roupa. Assim que ele voltou, fiz a higiênica e fui tomar banho. Lembrei dos meus pertences na roupa e celular sobre a bancada. ( não perdi pro trombada na praia, não era ali que ia perder). Fiquei sem jeito de ir pegar, apenas me molhei e voltei em menos de 1 minuto.
O boy estava enrolado apenas em uma toalha. Seu copo magro, liso, saradinho. Que delícia da porra. Ele pouco falante, mas calmo, extremamente tranquilo. Deitei ao seu lado e comecei a percorrer seu corpo com a mão. A toalha ainda o protegia. Coloquei a mão por dentro e o pau estava meia bomba. Puxei parte da toalha. Que pica linda da porra. Lisa. Não é grande, mas levemente inclinada pra cima. Grossinha. Com o tesão que eu estava no boy e pelo valor que ele havia pedido, uma mamada ja me deixaria satisfeito. Comecei a lamber a região da virilha e a caceta ficou como pedra. Sua mão se apoiou no meu ombro e ele começou a me acariciar levemente. Fui nas coxas, enquanto segurava o pau. Larguei o pau e segurei suas duas mãos, apoiadas na cama. Comei a Petaaaaa...Ele gemia de maneira tímída. Mamei um tempo, deitei e o puxei para cima de mim. Seu coração estava acelarado. Perguntei se estava nervoso e ele disse que não, que é por ser a primeira vez que estava comigo. Empurrei a sua cabeça para meu peito e ele começou a mamar. Não desempenhou bem a tarefa. Ficou de joelhos na cama e me reconduziu ao kétchy. Coloquei sentado na cama e fui pro chão...Ficou de pé e ajoelhei. Conforme eu mamava, ele segurava no pau, batia na minha cara com ele e voltava a enfiar na boca. Voltamos pra cama e eu virei de bundinha pra cima. Foi metendo até eu estar totalmente relaxado. Meteu gostoso pra cacete naquela posição. Pediu para eu fiar de quatro e foi para o chão. A lateral da cama machucava suas pernas, senti que não estava legal pra ele. Fomos de quatro, em cima da cama e eu comecei a controlar pra não gozar. Pedi pra ele deitar e sentei de frente. Senti que seu pau ia ficar mole. Paramos e ele falou que precisa ficar fazendo movimento ( dominante). Fomos de frango, ele entrou no meio das minhas pernas, eu segurando aquela bunda deliciosa. Que surto delicioso da minha parte. Voltei a empinar de bunda pra cima, quase de 4. Ele bombou forte e não segurei. Gozei feito uma cadela, aos gritos. Ele deitou, me puxou e enfiou o pau na minha boca. Empurrou minha cabeça para o saco e enquanto eu mamava o ovo, ele gozou, contido. 
Tomamos banho e voltamos juntos pra Barra. Repetiríamos no dia seguinte.


By MK


A BICHA DA LÍNGUA AZUL


Não é uma lenda, óbvio. É uma bicha. Sim, ela existiu e veio ter comigo. Aliás, veio não, me fez ir buscar.
Aconteceu faz algum tempo, mas eu lembro perfeitamente de todos os detalhes, até mesmo porque, em alguns encontros, amigos pedem para que eu os distraia, narrando tais histórias.
Estava em busca de novidade. Assim como você, eu tambem me questiono o porque de ter que ficar subindo e descendo do mesmo corpo. Esses questionamentos servem, por vezes, para jogar na minha cara que eu devia aproveitar mais o que tenho e parar de embarcar em canoa furada.

Tarde, por volta de 15. entrei no Bate papo por geolocalização, no celular.  Faço isso muito raramente, para me certificar de que ali, estão os mesmos do grindr e similares.
"Homem 22", era seu nick. Minutos depois, estávams conversando e marcado no "mercado", perto de sua residência. Antes de encerrar a conversa, ele fala: " Posso fazer um pedido"?
Ohh God, vai pedir pra chupar meu cool...esfreguei uma mão na outra, como sinal de alegria .
 "Você espera eu passar no mercado pra comprar uma vodka?"
"É que quando eu tomo vodka, revelo todo meu poder, vc vai ver. quero ver você aguentar".
Até então, eu não tinha visto foto dele, nem ele minha. Não chegamos a trocar whatsapp, ele disse que era sigilo.

Marcado o local, o estacionamento so supermercado, cgeguei antes que ele e fiquei fazendo aquilo que geralmente faço: Observo chegando e dependendo, faço a egípcia e continuo no carro.
Branco, magro, 22 ano. Usava boné ( pocs, ja sabemos do truque, beijo). Enquanto eu esperava, ele foi ao mercado e voltou com uma vodka Askov azul. No carro, enquanto conversávamos, ele bebia a tal vodka e me surpreendeu com uma pergunta:
" Você tem alguma doença"?
" oi, querido"?
Quem em sã consciência sai fazendo esse tipo de pergunta e pior; Quem daria o tipo de resposta de forma positiva, literalmente?
Fiz a louca e antes que me irritasse completamente, fui ter com ele.
Mal chegamos e ele ja foi me agarrando, me beijando. Eu ainda estava com tesão nele, mas, não combinava com o menino de minutos antes, que não podia dar whatsapp, por questões de sigilo, ja chegar me agarrando e beijando.
Entre um beijo e um amasso, 5 dedos de vodka, no gargalo. A temperatura aumentou e ele ainda com a calça Jeans, apenas em camiseta, me conduziu para a cama. La, enquanto me beijava, continua a beber e disse:

" Assim que eu terminar essa vodka, se prepara, porque vou te pegar de jeito"

Eu não sabia mais o que esperar. Largou a garrafa e me jogou de 4. Ja de cueca, começou a roçar. Em segundos, estava completamente nu. O pau era mediano, mas grosso. Estava meia bomba. Na minha cabeça, ja estava a certeza de que ão teria sexo, a menos que a tal vodka fizesse o prometido miladre e faria.

Antes que eu reagisse, o menino virou todo o resto de vodka, pulou em cima de mim, sentando no meu torax e com a língua toda azul de vodka falou:
" Agora sim, vou te mostrar todo o meu poder" enquanto olhava na minha cara e ia descendo pro meu pau, lambendo o meu corpo com aquela boca azul. Eu não sabia o que estava sentindo. Uma mistura de vontade de rir, com a vontade de chorar e sair correndo. Meu pau morreu. Ele mamava ferozmente enquanto me olhava e dizia:
" Eu vou sentar nele. Quero ele todinho dentro de mim"
Eu estava só o Rapha diante dos boys. Inerte. Me sentia violado por uma Tia Lia versão teen. Meu pau não reagia e ele mamava e batia em sua cara com o pau meia bomba.
Decidi por fim ao terrorismo praticado por aquela poc sedenta e me concentrei pra ficar excitado. Invoquei mentalmente, todos os boys gostosos que ja haviam me cadelizado e os coloquei numa roda, na qual eu era o objeto compartilhado. Enquanto eu imaginava, ouvia a voz do garoto que mamava e dizia:
" Quero leitinho, vou tomar tudo, não vai sobrar uma gota".
Batia e mamava até quando conseguiu o tão desejado leite. Quando terminou, perguntou se podia gozar no meu peito.
Gozou se masturbando, enquanto eu mexia no celular.
Ao menos uma vez na vida, ja agi como os botinhas.
Ja no carro, de volta pro ninho dela, ela solta:


" Pega meu whatsapp e pode me chamar a hora que você quiser. É só chamar que eu venho."

"Ta bom, lindo. pode deixar"

Adicionei e mandei um oi. Assim que ela desceu do carro, eu bloqueei. Certo dia estava no mesmo mercado e a vi de longe. Quase me enfiei no freezer de congelados.




SUBMISSÃO, ATÉ ONDE PODEMOS IR?




Encontrei um boy pelo qual tenho muito apreço. 
Sem ser consultado se estava disposto a ouvir, fui mergulhando em sua narrativa. O roteiro seria ótimo, se ele tivesse ensaiado.
Começou com uma situação de vida estável. Havia chegado de viagem de outro estado, onde trabalhara por um período. Não com prostituição, porque assumir isso, significaria que não havia mudança. Agora morava em um bairro da Zona Oeste, sabidamente um bairro caro. Como? 
Como contar isso, sem esboçar uma reação de felicidade e satisfação? Como falar isso com o semblante pesado? 

Submissão aqui, não assume o sentido de fetiche, que muitos optam por alimentar. Assume o sentido de estar submetido, inconscientemente, ou por falta de opção.
Enquanto o boy fazia sua narrativa, com objetivo claro, de me convencer a relembrar os velhos tempos e ir ter com ele, uma meia hora de prazer, eu o observava e sua narrativa não estava em sintonia com o que os meus olhos viam.
Agora penso: Naquele contexto, teria prazer? pra qual das partes? Uma coisa é você se enroscar com um boy maravilhoso que você paquera, deseja, pega de repente. Nesse caso, não estamos nem preocupados se o boy tem pulmões ou lugar pra voltar, no final da noite.

Continuamos a papear e chegamos no " passado". Informei que estava casado, e com a cabeça, conduzi seu olhar para meu amigo que me acompanhava. Sem mais muito papo, ele permaneceu sentado por um minuto ou dois, levantou e se despediu da gente.
Meu amigo ouviu quando ele disse para outro boy que queria jantar. 

Pra que tanta cena?





"SOU MULHER DE UM HOMEM SÓ"



Do último causo para cá, transamos todos os sábados que antecederam este último, 17.

Das outras vezes, sempre transamos no motel e sempre foi bom, sem pressa, mas como sempre, aquela vontade de fazer tudo de novo, me persegue.
Temos conversado e percebi que o negócio dele não é vender o corpo da forma como sabemos que há pessoas que o fazem. É, digamos, uma forma de conseguir um a mais, sabe-se lá God pra que. Vamos dizer que é pra maconha semanal, pois até onde sei, ele ficava comigo, gozava e corria pra fazer "um rapidinho", pra bater a meta (bem baixa, por sinal).


AGORA SÓ EU E ELA ( sic)


No sábado anterior, nos encontramos. Fomos ao motel e ao sair na rua, três viadas obstruíam a calçada. Ao passarmos, a mais indiscreta quase avançou nele, como aqueles pedreiros que etupram com olhares as gostosas que passam nos arredores da obra. 
Ele é o típico cafuçu. Corpinho na medida, sem nada de academia, segundo ele, tem uns pesos em casa, que pratica de vez em quando.
" Nossa, que delícia" cacarejou a mais assanhada das três.
"Tô fora", com cara de pouca amizade, ele respondeu.
Se eu não estivesse junto e ela tivesse sacado uma nota, certamente a reação seria outra)
Havíamos feito sexo de verdade e pela primeira vez, segundo ele, havia gozado comendo. Em todas as vezes anteriores comigo, ele gozou batendo, com minha santa ajudinha!
Na ocasião, gozara me pegando em posição de galinha, gozou e todo suado, me abraçou ainda com seu corpo encaixado no meu.
Após o assédio "dazamiga", ele me disse que não ficaria na rua, que voltaria pra casa, pois a rua não mais lhe agradava em nada.
Pediu que eu o acompanhasse até o metrô. Estacionou na entrada da estação e como quem não quer ir embora, deixou estampar no rosto a vontade de me abraçar. Apenas segurou minha mão e desceu a escada rolante.
Como eu tinha umas compras a fazer, fui bater perna e vez ou outra, dava uma voltinha para me certificar se ele estava me passando o truque. Não o vi mais, certamente, havia ido tomar umas geladas com a esposa e amigos.


Cada um de nós, levou a certeza que nos veríamos no final de semana seguinte. Estávamos certos.











Ontem 17, enquanto ainda dormia, por volta das 8 da manhã, um singelo bom dia apareceu no meu WhatsApp.
Na minha cabeça, começara da sua parte, a coleta de possíveis pessoas que tornariam o $eu dia e fim de $emana mais legais.
Mas se há tantas pessoas, porque eu?
Devo ter a mente muito perversa, mas eu e muitos de vocês chegamos num ponto, que acreditamos desacreditando nas pessoas e em suas intenções. 


Ainda com olhos preguiçosos, apenas olho e nada respondo. Volto a dormir. Por volta das 9:30, após, agora sim, meu bom dia, ele pergunta se quero vê-lo.
òbvio, né, garoto, quase lhe respondi, mas fazendo pouco caso, disse que ainda não sabia se o veria, que tinha coisas a resolver.
Uma breve conversa e decidi: Ao invés de eu ir vê-lo, ele viria me ver. Me passou outro número de celular e pediu que eu ligasse em uma meia hora. Quando liguei, o menino já estava a caminho da minha casa!
Pula, corre, toma banho, esconde as coisas, aloka...
A chuca, ai meu Deus, a chuca. 
Estava no ônibus. Como assim? 
11 horas e umas 5 ligações para ele, com instruções de como chegar, num ponto longe, óbvio.
O fiz esperar 10 minutos e fui pegá-lo de carro.
Fiz um caminho contrário, para não ensinar o caminho de casa. Infalível ( Meu amigo obriga os meninos a deitarem no banco do carro).
Entramos e não pude deixar de reparar que ele ficou encantado com tudo. Sinal de alerta soou. Sei dos perigos de levar quem mal conhecemos em casa e sei das estatísticas.
Em minha cabeça, veio uma cena do filme " De longe te observo - 2015", mas a vida foi feita pra ser vivida, tomadas as devidas precauções.

Entrou, observou todas as vistas, tomou um refri e sentou no sofá. Fui ao quarto agilizar preservativos e quando voltei,  ele estava só de cueca branca, pau duro, se masturbando levemente, enquanto assistia filmes online na Tv. 


Deitei ao seu lado e carinhosamente, fui puxado para mais perto.
Um gemido gostoso na primeira engolida. Ainda de cueca, foi ficando mais excitado. Enquanto eu mamava, coloquei uma das mãos pela perna da sua cueca e com todo o capricho, fui enlouquecendo aquele menino.
" Que delícia", soltava entre gemidos . Havia esquecido o filme e seus olhos escuros estavam voltados só para mim. Segurando seu corpo pelas costas com uma mão, sua coxa com a outra e com a boca, devagar, fiz aquele pau babar em pouco tempo.
" Assim eu gozo".
"Dou em você".
Fiquei entre suas coxas, enquanto as segurava firme. Ele tem pentelhos e pau firme. Nada de meia bomba, em momento algum. Aquele corpo ja nu, ali, entrege aos meus caprichos, me fez ficar de pau babado, a ponto de molhar a cueca. Ficaríamos o dia ali, mas eu ja estava loooouca de vontade de levar tudo aquilo. E depois, se gozam, sabemos que algumas pessoas precisam de maior tempo para recarregar as energias.
Fomos para a suíte da K!
Primeiro, ficou de pé e empurrou minha cara em seu pau. O espelho me mostrava sua bunda linda e máscula. ( que vontade)...
Puxou um travesseiro e me fez ficar de bunda pra cima...subiu em mim e devagar, foi se encaixando....caralho.
Seu corpo estava todo sobre o meu. Seu rosto, colado em meu pescoço. O movimento de sobe e desce, suas mãos em minhas mãos. Aquilo não era programa, óbvio que não!
Aumentou o mete-mete...Eu gemi feito mulher ( desculpas, fui muuuito passivo, muito, Beijo Zhen).
Ele não parava de meter naquela posição. Eu gozaria se tivesse xota, posso ser puta, mas gozar sem tocar no pau, aconteceu apenas uma vez na vida.
Temi que ele gozasse e mudei de posição. Seu pau estava lajetando, com quase o dobro do tamano. Me pôs de 4 na beira da cama e ficou de pé. Comecou devagar e senti quando foi tudo! Nossa! Fez um movimento para os lados e senti seu pentelhos roçando em mim. Deu umas 5 bombadas e não aguentei. Fugi da rola. Estava mais dura ainda. Fiquei de galinha, com minhas pernas em seus ombros. devagar, ele foi entrando e eu controlando um pouco. Seus olhos olhando para mim. Sem máscaras, sem caras, naturalmente. Eu acariciando seu corpo e ele, me comendo, devagar.
" To controlando, to quase gozando", ele sussurou.
"Deixa eu comer e gozar daquele jeito", pediu, se referindo a me pegar de bunda pra cima.

Me senti mulher de novo e decidi apenas dar o cu. Nunca me senti tão passivo. Me pôs como na primeira posição e deitou sobre mim.
Eu senti prazer como em raras vezes. Quando me dei conta, estava gemendo igual mulher de novo e pedindo pica. Pode, gente?
Seu rosto ao lado do meu, encaixado. A sensação era tão foda que eu puxava o seu cabelo curto e procurava o seu rosto com o meu...ele obedecia, metia e colava mais o rosto no meu. Senti quando seu pau latejou. Ainda sobre mim, seu corpo tremia e o pau teimava em pulsar. Ficamos por alguns segundos, ali.
Deitou ao meu lado. Gozei assim. Deitado, tocando em seu corpo, se recompondo. Fomos ao banho.
Ja na cozinha, tomou mais refri e fizemos um lanche.
Ficamos vendo um pouco de TV e batendo papo. Fui levá-lo num ponto longe de casa.


By Madame K

Gente, cuidado ao levar estranhos pra casa. Eu conheço o garoto faz um tempinho já. Não deixo subir com nada. Apenas ele.  O tempo que ele estava em casa, a porta social ficou apenas encostada. Deixei a chave de casa no carro, de propósito. Amigos sabiam que eu estava com visita. Nunca consuma bebida ou droga, nem deixe ele consumir.
Não seja mal educado ou grosseiro, não é porque ele está na sua casa que você é melhor e ele pior.


Fotos ilustrativas, não são dele, mas o corpo dele é bem melhor. Ah, o pau é menor, infelizmente!!



PORQUE UM NOVINHO CASADO É TUDO DE BOM


Não, não é o dono dessa foto, mas este eu também já peguei. Duas vezes. Já devo ter contado aqui, do cafuçuzinho maravilhoso que achei, nas idas e vindas, nas ruas deliciosas de São Paulo. Adoro!
A primeira vez, foi uó, mas como adoro o termo teimosia, sabia que daquela moita poderia sair belos coelhos. E saíram: 1, 2, 6. Esse deve ter sidoo número de vezes que trepamos.

A PRIMEIRA VEZ A GENTE NUNCA ESQUECE?


Depende. Tem coisas que é melhor esquecer. A primeira vez com ele não foi legal. Aliás, saí sem ser comido. Nos falamos rapidamente e achamos um local pra fazer sexo. Ele todo tímido, feio uma estátua na cama. Quando finalmente chegou a parte da penetração, o boy tenta, tenta e nada do pau entrar. Sim, sou difícil, aloka, mas já peguei o Ricardo em Curitiba, que deve ter 23.
De tanto tentar, o negócio começou a ficar mole e como minha paciência já havia se esgotado, catei o boy e o forcei contra mim: Ele de pé e eu agachado( puta mesmo), ele me apertando contra a parede. Gozou em um piscar de olhos. Com menos papo de quando entramos, saímos, falei tchau e pensei: Até nunca mais, coisa mole!
                                            

VAMOS TENTAR DE NOVO?


Passado algum tempo, o reencontrei. Ele parece não ter lembrado de mim, ( fez a loka) mas eu jamais esqueceria aquele putinho que me deixara na vontade. O abordei e perguntei se já não nos conhecíamos de algum lugar (aloka) e ele disse não lembrar. Então tá! Fiz questão de lembrá-lo, mas só o faria, em momento oportuno. Como sabia que o negócio dele é trabalhar o corpinho delicioso, tratei de arrastá-lo, para terminar o que deixara pela metade meses atrás.
Chegando no quadradinho de trepar, ele estava do mesmo jeito. Pau com pentelhos, corpinho de 21 anos e um cavanhaque e aquele jeitinho de menino de bairro, que adora sentar em roda pra olhar as "minas" que passam dando close!

Antes de tudo, para evitar situação semelhante quando da primeira vez, tratei de lhe refrescar a memória. Ele lembrou de tudo e me disse que às vezes acontece, quando é a primeira vez que sai com alguém, por ser tímido. Sei!
Tudo rolou com naturalidade e de lá pra cá, passamos a sair com mais frequência e, consequentemente, a saber mais detalhes da vida um do outro. Me passou número do celular e me falou ser casado e ter emprego formal, informação checada e comprovada.





                     HOJE ELE ESTAVA INSPIRADO




 Me ligara ontem por volta das 18:30 e só vi na manhã de hoje.
Com uma leve excitação, liguei e ele perguntou se nos veríamos hoje. Conforme combinado, nos encontramos e fomos pra um local bem tranquilo, um hotelzinho aconchegante.
Na parede do quarto, um espelho enorme, mostraria toda a cama e tudo que nela se passaria. Um papo animado sobre marcas de preservativo, enquanto ele se despia e entrava no banho. Na cama, eu aguardava ansioso, para sentir o que sentira nas 4 últimas vezes que saímos. O curioso é que a cada vez que transamos, a coisa fica melhor. Sua timidez já não é mais a mesma e já fazemos posições que antes não fazíamos. Deitou-se ao meu lado, e mesmo sem eu ser uma loira deliciosa, seu pau ja estava duro! ( vai ver era o filme na TV).
Um breve carinho, uma conferida no corpinho e antes que ele pedisse, lá estava eu, com a cabeça em sua barriga, caindo de boca naquele pau suculento e com leve curvatura para um dos lados. Aos poucos, fui sentindo suas reações. Seu corpo dava sinais de que aquilo estava ótimo e a ereção ia ganhando proporçoes capazes me fazer largar tudo e partir pro ato final. Fiquei entre suas pernas e caprichei um pouco mais. Comecei a ouvir gemidos tímidos e notei que ele estava escitadíssimo. Todo meladinho! \voltei pra barriga e ali deitadinho, fiquei por alguns minutos ouvindo seus gemidos e vendo,pelo espelho, o movimento do seu corpo.

" Gostoso demais, dá vontade de ficar o dia inteiro assim..." " To quase gozando"

Ao ouvir isso, lembrei das experiências que já tive no pós gozo do ex, que sempre me deixava na vontade, com pau morto-vivo.
Pôs a camisinha e começamos de ladinho. Quando me dei conta, estava de bunda pra cima e aquele machinho em movimento de sobe e desce. As imagens ainda estão na memória. Foram raras as vezes, que parei para ver pelo espelho, o ato acontecendo. Estava delicioso. Em outra posição, aquilo me faria gozar imediatamente. Me puxou e fiquei de 4. Em pouco tempo, senti ele aumentar o ritmo e temi que gozasse antes de mim. Nos ajeitamos e engatamos de frango. Minha mão revezava entre a bunda maravilhosa e o lado do abdomen. Desligamos a tv e ele foi iniciou em um vai e vem devagar. Foi aumentando, à  medida em que eu apertava sua bunda contra meu corpo. O ritmo ficou frenético e olhando em seu rosto, eu gozava enquanto dava leves tapas em sua bunda e com os lábios o cahava de gostoso. Ainda não esqueci aquela cara me olhando nos olhos me fazendo gozar.

A GENTE CHEGA LÁ

Levantou e disse que ia gozar e ir pra casa. Perguntei porque não gozou junto e ele disse que segurou pra não gozar antes. Começou a se masturbar e pela primeira vez, senti que devia dar mais uma boquinha. Joguei ele na cama e deitei de novo no abdomen. Dessa vez, seus gemidos estavam menos velados. O pauparece ter dobrado de tamanho. Seu corpo começou a estremecer e com voz tímida ....
" Vou gozar".
Jatos e mais jatos se espanharam em seu corpo, na cama e até em minha cueca que estava no criado - mudo!
Um abraço e um pedido!
Agora vamos nos falar só por ligação, tá? minha mulher quase catou uma conversa nossa.
Comendo gostoso assim, serve até sinal de fumaça!




O RETORNO DE YURE

                                                                                                Foto ilustrativa


É um dos poucos que ainda repito. Nesse caso, repito porque ele é bom. Aliás, muito bom.
 Havia um ano que não nos víamos, quando esbarro com ele na rua, em uma tarde que eu estava livre. Logo fui convidado a sentir tudo aquilo de novo, mas não podia, eu estava despreparado. Trocamos meia dúzia de palavras e número de celular e cada um tomou sua direção.
Umas 3 semanas depois, abro o mensageiro e lá está ele. Falamos rapidamente e lhe disse que estava indo almoçar na rua. Ele disse que se eu quisesse, teria sobremesa. Você acham que eu ia querer?
Lógico. Puta que é puta não recusa pinto, nunca! Nem que seja para dar uma pegadinha, apenas.
Marcamos para as 16 e no horário, lá estávamos, prontos para a putaria.
No hotel, deitei e ele tirou a bermuda para ir ao banho. Aos poucos, foi revelando uma cueca preta com o já conhecido recheio. Que saudade daquilo! Uma rola de verdade, de respeito! Ultimamente eu havia mergulhado na categoria do sexo, em que pseudos héteros sem pinto, passaram a estranhamente, me satisfazer. 
Fui tomar banho e Yure entra, com aquela rola dura, grande, reta, apontada pra mim: aquele pau me deseja, pra minha sorte! Me contive e banquei a puritana, pra não ajoelhar ali mesmo, no banho, enchi a mão naquela rola e falei: Finalmente uma rola de verdade! Ficamos ali, no banho. Sua bunda é incrivelmente bela. Dei umas alisadas, uns leves tapinhas e fomos para cama.
me virou de bunda pra cima, e senti aquele corpo de homem, forte, com uma respiração de verdade, sem ância, em cima de mim. Suas mãos fortes me tocavam, controlando meu corpo e me virando conforme seu desejo. Me beijava e me ofereceu toda aquela rola, sentado no meu peito!
Que delícia! Ele já estava todo molhadinho, de tamanha excitação. Entendi que eu precisaria controlar o jogo, ou ele gozaria antes da hora. Deitou-se na cama com as pernas abertas e me puxou para o meio delas, enquanto gemia e olhava na minha cara!
Se eu gozasse ali, já estaria satisfeito. Mas o melhor estaria por vir.
Me apoicou em cima de um travesseiro e ele mesmo passou o lubrificante. Aos poucos foi tentando me invadir. Estava insuportavelmente lacrado. Me pôs de 4 e inclinando para trás, me encaixou ems seu colo! Eu gozaria em segundos, se ele não gozasse antes. Estava delicioso e senti que ele gozaria. Usei de truque e disse que estava cansado. Ele parou e voltamos para as preliminares.
Pôs outra camisinha e dessa vez, pediu para me pegar em sua posição preferida, queria gozar em meu peito.
Me pôs de frango. Que delícia aquele homem forte, suado, encaixado em mim. Eu podia segurar em sua coxa grossa e deliciosa e ajudá-lo no movimento. Seu suor caía em cima de mim e seu abdomen forte me mostrava uma imagem perfeita de se ver. 
Era hora, estávamos prontos. Percebi sua cara de tesão e senti o aumento na estocadas. Não aguentei. Gozei com ele ali dentro, ainda e antes que eu terminasse, ele tira e jorra em meu peito, aquele líquido farto e quente. Seu corpo estremecia e eu estava acabado. Ali, todo suado. Mas satisfeito. Seu pau ainda estava duro, latejante. Fomos ao banho e fui embora, sem vontade de fazer sexo!


Por Madame K










    "O BOY CHICLETE E SUA UTLIDADE


Acabara de chegar em casa e o telefone toca. Pelo número, ja pude imaginar de quem se tratava. a confirmação viria pela voz indicando chamada à cobrar. Não é o fim?

Derrubei a ligação e retornei. Ao antender, Murilo me diz que estava passando perto da minha casa.

O que eu tenho a ver com isso? Pensei enquanto analisava que se todos que passam erto da minha casa decidissem me fazer uma visitinha sexual, eu teria que chamar todos vocês pra me auxiliar no atendimento. Mas lembrei que sou puta egoísta e tratei de dar corda, para ver quais eram suas intenções.
Óbvio que eu sabia, mas queria deixar claro que ele não levaria nenhum caraminguá pela visita.
Quando me dei conta, ja estava indo ao banho e ja tinha autorizado o boy a dar uma passadinha. Alertei que estava sem tempo e que tinha que ser coisa rápida.
Pouco tempo depois, quando eu ja estava no ponto(aloka), me informou que estava chegando.Entrou e ja foi tirando a roupa, ficando apenas com uma cueca preta. Informou que ia ao banho e aproveitei para trancar ambientes com objetos cortantes e "elzáveis".


Peguei um edredom e fui para um sofá. Ao sair do banho, veio de toalha e deitou ao meu lado. Ficamos por minutos, apenas tocando um ao outro, jogando papo fora. Uma leve passada de mão, confirmou que seu pau já me queria. Tudo estava bom demais, quando ele vira a bunda e se encosta, pegando em meu pau. O alerta disparou e percebi que precisava ser mais rápido do que ele. Em tom de brincadeira, perguntei que daria primeiro. Em tom nada tolo, respondeu que tiraríamos no "par ou ímpar". \fiz cara de riso e sem pestanejar, parti para o ataque. Abocanhei primeiro!

Me puxou para cima do seu peito e deu uma mamada. Quando eu já começava a me desesperar, me pôs sentado e começou aquela esfregadinha. Dei corda para ver qual a sua quando notei que sua mente maligna planejava fazer no pelo, visto que forçava a entrada.

Peguei a camisinha ao lado e dei em sua mão, olhando firmemente em seus olhos. Dali por diante, só restou relaxar e aproveitar.




De conchinha no sofá e eu logo gozaria. Ele é um puto tarado. De repente me puxou e me jogou de pernas pro ar, me deixando na posição que tanto sonhei realizar com o ex. Assim, de frango, foi fazendo devagar, enquanto me olhava e sussurrava:

" Tá com medo de dar o cu, solta minha coxa...deixa eu comer". Eu me dividia entre segurar o riso, sua coxa e gozar...

Gozei primeiro e permaneci ali, servindo apenas, por segundos. Senti suas pulsadas ao mesmo tempo que ouvia seus gemidos. Gozou e ainda estava de pau duro, querendo mais. 

Dois dias depois, já me ligava novamente.
Já eu, quero novidade!


By Madame K



NÃO leve estranhos para sua casa. Os kausos relatados aqui são reais, porém os meninos são  conhecidos meus ou de amigos.

Se for sair com algum cara de rua, dê preferência a hotel/motel, pois lá se exige documento pessoal, o que te gera maior segurança e tranquilidade.

                      As fotos acima são apenas ilustrativas.







" E A TRAVA LEVOU"
















Aqueles que acompanham o blog certamente lembram de certos causos aqui contados. Todos foram causos reais e jamais fictícios.
Dentre tantos, recebi algumsa vezes em casa, uma dupla de conhecidos: Padrasto e enteado. O primeiro, 36, o segundo, 22 anos e um instrumento de trabalho de responsa!
Infelizmente, as fotos reais eu apaguei. Por isso sempre digo: Guarde tudo, nunca sabemos quando precisamos utilizar. Não, não foi elza, enforcamento nem nada disso, apenas queria ilustrar com fotos do gostosinho.

A última vez que o enteado me visitou, veio sozinho. A transa é bem mais prazeroza quando ele vem só. Fica mais solto!
Nossa última transa foi regada por algumas latinhas de cervejas, pagas pela puta mó e leite. Nosso. Me comeu de tal forma, que mesmo depois de dar para outros, ainda me pego lembrado dele, por entre as minhas coxas. Aquele corpo suado olhando na minha cara e mandando dar com gosto! Aii que delícia!!
Pediu para dormir em casa e temendo enforcamento ou coisa do tipo, disse não!
Domingo último, fiquei sabendo que casou. A minha  primeira reação foi pensar: " Maldita racha! terá todo aquele pau todos os dias".

Para a minha surpresa, a fonte(padrasto) revela que ele havia casado com um travesti, que conhecera na "Cultura" ( Autorama da TV Cultura, no bairro da Lapa, onde os michês mais humildes trabalham)
Interessado no assunto, pedi todos os detalhes e fui prontamente atendido.
Conhecera na quinta e na sexta a noite já habitava o cafofo da trava. cafofo este, que abriga cerca de 20 travestis, que fazem programas e fornecem uma boa vida para a trava mãe!
O bofinho é de classe menos favorecida e bastou ver o carro da trava, para entrar nele e partir, sem se dar ao trabalho de sequer ir em casa, pegar suas algumas peças de roupa.

Segundo consta, no cafofo, a vida é regada a substâncias de cor esbranquiçada e sexo sem proteção!
Aos pais, o delicinha apenas mandou informar que está casado. O irmão pediu para ver uma foto da mulher e teve o pedido negado.
Que falta de consideração!
Por sorte, o cafofo fica em outro município, bem longe da Capital paulista!
Ja informei ao padrasto: Quando a criatura voltar, nem invente de trazer aqui ou se atreva a dar meu número de telefone.

Como sempre dizemos, por alguns luxos, coisas básicas para nós, esses meninos topam tudo. Menos trabalhar.




By Madame K