terça-feira 14 2017

E SE ELE FOSSE SÓ MEU ? - II

















Está sendo.
Calma! Não é o da foto. Esse aliás, é um michezinho que suponho ser fake, papo pra outra hora. Vamos ao foco!

Você ja acompanhou parte dessa história. Ao longo desses meses, continuamos firmes e fortes. Ele passou por algumas dificuldades e eu estive ao seu lado, dando apoio em todos os sentidos. Por fim, parou de fazer programas. ( deu uma pausa, porque uma vez na vida, na vida para sempre!)

Ele tem trabalho fixo, mas não é registrado, o que torna sua vida um tanto mais difícil. Com um pouco de esforço de sua parte e meu apoio, ele não está mais fazendo a alegria das bilus, a preços populares.

Sua última vez na rua e meu "encontro surpresa"...

Sábado no hoário habitual, me liga dizendo que não teria como ir em minha casa. Como assim, gente? Sinto cheiro de truque no ar , e como quando tenho que descer gosto de ir até o último nível, vamos lá. 
Um amigo havia subido do litoral e me convocado para um bate perna pela tarde ensolarada e já estava no itinerário: Atender o boy, deixá-lo em casa e ir ao encontro da bicha caiçara.
Como havia sido discretamente trocado por umas possíveis migalhas a mais, bastava eu eliminar parte da programação e seguir em frente.
Fui ao encontro do amigo. Antes de encontrá-lo, tinha a certeza que encontraria aquele que me dispensara, encostado em algum poste ou andando alguns passos a frente de uma bicha qualquer, em direção ao puteiro mais próximo. 
O que faria quando déssemos de cara um com o outro? Na minha cabeça, eu ignoraria e simplesmente seguria com minha programação. Vadia iludida!
Não demorou muito e ao sair na rua com meu amigo, em nossa direção na mesma calçada, eis que lá vem aquele par de tênis que foi motivo de alegria no natal passado. Cara a cara, sem que meu amigo soubesse de nada, paramos e eu iniciei o diálogo, iniciando com um leve tapa em seu peito!
- Que macho gostoso! Está disponível? 
- Gostei do tênis.
- Qual o nome de tanta gostosura?
Inventou um nome qualquer e meu amigo sem nada entender, foi orientado a me aguardar por alguns minutos, pois eu precisaria me apresentar de forma mais reservada.
Enquanto andávamos, ele disse que tinha certeza que me encontraria, pois sabia que eu ia ficar andando para encontrar com ele. Justificou a não ida em casa, alegando que precisava de dinheiro e não ia ficar me pedindo. Acho justo! Esquecei o amigo e logo, estamos entrando no primeiro puteiro que apareceu.




EU MEREÇO SER PUNIDO

"Eu nem sei porque estou aqui com você, você agiu errado comigo"
" Eu precisava fazer isso, você sabe do que to falando e sabe que eu não queria estar aqui e nem fazendo isso, mas eu preciso.

Em resumo: Indo se vender em via pública, ele ganha o que tanto precisa, porém, está lançado aos olhos e julgamentos de todos. Além do que,morre de medo de ser visto e consequentemente descoberto. Estava entrando em parafusos já.

Na cama, me fez lembrar porque larguei meu amigo de lado ( ele me perdoou, já) e fui ter com aquele único que me dava prazer , antes não dado por corpos outros.
Deitei e puxei seu corpo pra minha cara e enquanto chupava, segurava sua bunda maravilhosa e descia até suas coxas. O menino estava impossível. Até esqueci que provavelmente, ele pudesse ter estado ali com outros e eu sou tão tonto a ponto de nem me importar com isso. Que diferença faz? eu queria trepar mesmo.
De quatro, me fez segurar na cabeceira da cama e segurando em veio por cima, me beijando as costas e pescoço, enquanto penetrava tudo. Não aguento.
De frango, me fez enlouquecer quando se encaixou em meu corpo e me pegou de papai x papai. Eu segurava em sua bunda e ele fazia leves movimentos de entra e sai...gozaria daquele jeito, mas não consigo e seria precoce demais.





Fizemos mais algumas posições e estávamos prestes a gozar. Deitou na cama com as pernas pra fora e pés no chão e me fez sentar. Nessa hora, o interfone indicava que nosso tempo estava se esgotando. Ele aumentou a pressão de tal forma, que não tinha nem como pensar em atender o maldito objeto que tocava ao nosso lado. Gemidos fortes e altos de ambos, indicavam que gozaríamos juntos. Sentei com vontade e ao ouvir seus gemidos ainda mais intensos gozamos no mesmo instante. Suados, caimos na cama e ainda ficamos abraçados por poucos segundos.
Saímos e fui deixá-lo em casa. No caminho, a promessa de que seria a última vez que eu o veria na rua. ( Será que vai fazer em local diferente? pensei, rindo por dentro).
Decorridos uns 3 meses, creio que ele não mais voltou. Está trabalhando durante a semana e todos os sábados, tem vindo em casa. Diz não querer nem lembrar que se expunha aos aolhos e julgamentos das pessoas na rua. 
Vamos ver até quando!



By Madame K

Fotos não reais do referido menino.
Tenho o contato do dono dessas fotos. Se se interessar, mande E-mail para o Blog. Se for o dono das fotos e quiser remoção, mande E-mail para o Blog, ou me agradeça pela divulgação do seu material.