domingo 15 2026
quinta-feira 29 2026
A VOLTA DE QUEM NEM FOI
EP I " Cachinhos dourados"
EP II " O falso hétero"

EP III " Amor de quenga"
terça-feira 11 2023
CHAVE DE CADEIA
O ano era 2015. Lembro como hoje, o dia que um amigo, casado com uma amiga, me chamou para ir à praia. Essa amiga sempre foi muito próxima e após seu casamento, sempre me envolvia nos rolês da nova família. Uma família daquelas: Em termos atuais, uma família tradicional. Na praia, em meio a tanto tédio, lembro que procurava sempre me distanciar das criaturas, principalmente para não ter que testemunhar comentários sobre as outras pessoas e piadinhas sem graça a meu respeito, dirigidas a mim mesmo, como se fosse a coisa mais natural do mundo. De todo o grupo, além da minha amiga e seu esposo, valia a pena perder alguns minutos rindo e brincando com o filho de um casal, família de um irmão do tal amigo, que à época era adolescente. Percebia que ele, apesar de sempre rir das coisas sem graça, proferidas em todos os encontros, assim como eu, ficava desconfortável, mas nada podia fazer. Algum tempo depois, soube que estava namorando uma adolescente da escola. Depois dessa, sempre tinha outras.
Outros encontros ocorreram e com o tempo, fui negando os convites que minha amiga fazia, deixando claro que aquela família não era o tipo de pessoas com quem eu queria estar . Foram-se! Uns dois anos depois, encontrei o menino numa academia perto da casa deles. Estava ficando uma delícia! As redes sociais, algo que sempre nos conectou, mas sem muita interação, haviam sumido. Meus encontros com minha amiga, seu esposo e as crianças deles, continuaram. Apesar dele ser da mesma família, tem minha amiga que é louca de tudo e se preciso for, fala poucas e boas para ele, inclusive em público.
Numa bela tarde, fui convidado para um churrasco na casa da mãe da amiga. Entre uma conversa e outra, perguntei para meu amigo por onde andava o sobrinho, pois nunca mais eu o havia visto.
Em tom baixo, quase em sussurros, para que ninguém pudesse testemunhar a conversa, me disse que " estava perdido nas drogas". " É uma maconha que não tem cura, os pais mandaram até para a casa da tia em outro Estado, para ver se para de matar todo mundo de vergonha ( Carlos Priori, andou mamando algum maconheiro por aí?). " De nada adiantou...mandaram de volta e está por aí na mesma vida".
POR QUE SOMOS ASSIM?
Se você não pensou a mesma coisa que eu, parabéns! Você está em outro nível de consciência. A vulnerabilidade, na maioria dos casos, é o que torna possível o sexo com um boy não gay.
A vida seguiu e um belo fim de tarde, fuçando em uma rede social, aparece um perfil que não era estranho. Estava com o cabelo platinado e bem mais bonito do que sempre foi.
O kool tremeu. Na foto, ele estava muito bonito e aparentando os seus 23 anos, que vieram a se confirmar quando falamos, assim que eu enviei solicitação. Aceitou no mesmo segundo e já enviou uma mensagem, perguntando como eu estava, onde estava e se estava afim de fazer "algo". Amada? assim confunde e atiça. Nessas horas, se você algum dia teve cautela, não lembra quando foi. Uns minutos de conversa e sugeriu que tomássemos alguma coisa, tomasse um sorvete ( eu ri disso) e trocássemos ideia. Eu disse que estava em casa e que ele poderia aparecer. Como o conhecia desde os 15 anos e sempre tivemos uma relação de amizade tranquila, não considerei que seria um risco, mesmo sabendo do histórico recém sussurrado pelo tio.
Fui pegá-lo no local combinado. Durante o trajeto, me disse que estava trabalhando com transporte de mercadorias. Quis saber se transportava drogas e ele disse que não mais. Que o máximo que fazia, agora, era fumar um baseado, inclusive estava trazendo um pra fumar enquanto bebia. Me certifiquei da quantidade e disse que, em caso de blitz, eu diria que ele era trombadinha filho de amigos e que eu estava apenas dando uma carona. " Aí você me fode" " Não desse jeito, nem serei eu", o tranquilizei.
Cervejas, um sorvete, música e conversa. Fomos bebendo ( eu sem álcool, no truque). após umas e outras, já bem chapado, coloquei a mão sobre sua coxa grossa, e fui deslizando pra dentro do moletom. Estava dura! Segurou minha mão! ( ainda bem que não deu um tapinha) continuou a contar suas coisas e eu a jogar. Na segunda tentativa, não tirou minha mão. Apertei o caralho duro e senti um volume generoso, mas nada absurdo. Pus mão por dentro e antes que eu tentasse mais alguma coisa, ele tirou a bermuda! Quase mandei vestir de novo. Curva pra baixo, ponta fina e aparência exótica. Empurrou minha cabeça e me botou pra mamar. Babona, mas horrível de mamar aquele gancho. Fui mamando e numa infelicidade das distraídas, desci demais. Quando estava no saco, bem embaixo, senti aquela afrouxada e eis que empurra minha cabeça para o rabo. Que rabo lindo do caralho! Ficou de ladinho e conforme eu mamava aquele toba, ele gemia e forçava minha cabeça contra o rabo. Não resisti e fiz ele ficar de quatro. Nesse instante, previ as cenas seguintes e tratei de reverter a situação. Peguei uma camisinha e eu mesmo encapei o anzol do pescador. Ele deitado e eu sentava, tentando fazer aquilo encaixar. Foi. Era delicioso, mas não parava dentro, quando ele bombava. Pedi para que ele sentasse no apoio do sofá e fui no colinho....Que delícia, aquelas coxas grossas, lisas, enquanto via suas tatuagens na perna. Gozei sentando nele. Mal me levantei e ele saiu correndo tomar banho, parecia estar passando mal. Considerei queda da pressão e ofereci uma pausa. A larica bateu no cara e ele devorou um saco de amendoins que tinha para acompanhar a cerveja. Após um respiro, deitamos no sofá e ele virou o rabão, de maneira que deitei a cabeça apoiada nele. de repente, ele abaixa a bermuda novamente e lá vou eu cair de boca naquele rabo. Ele gemia muito e falava " ai...ai...com uma voz que eu não reconhecia ( me nego). Eu passei a usar o dedo e a coisa ficou quente. Pegou na minha rola e começou a bater... " Nunca chupei".
" Nem chupará hoje" , pensei e continuei com a pressão do dedo. O filho da puta começou a bater punheta e gozou comigo socando forte no cuzão, de frango assado. Foi novamente tomar banho e ficamos em silêncio, deitados. Dormimos ali mesmo, agarrados e na manhã seguinte, por volta das 5, ele me pediu pra ir levá-lo na rua perto da casa dele.
Uns dias depois, mandou mensagem e pediu pra vir em casa de novo. Em meio a conversas, falou da vida e do seu processo de transição entre a adolescência e a fase adulta, em meio ao modo de ver as coisas de seus genitores e de sua família em geral. Vi muita vulnerabilidade e percebi que estava me tornando um elo muito importante para ele, principalmente quando manifestou a preocupação de seus pais tomarem ciência de que ele andava me visitando em privado. Relembrou coisas do passado, inclusive os momentos das piadinhas quando das reuniões. Ele precisou " se perder" para se encontrar. Para minha sorte, eu me encontrei bem antes e não precisei me perder. Não seria por ele e sua rola gancho que eu me perderia. Nesse mesmo dia, sugeriu que eu fosse com ele em determinado lugar, para ele poder comprar droga. Diante da minha recusa, sugeriu que eu emprestasse o carro para ele ir. Recusei novamente e disse que ele podia contar comigo em diversos aspectos, exceto para servir de meio para que ele chegasse até onde o vício o obrigava a ir. Mesmo o conhecendo desde sua meninice, eu sabia que ele não era mais aquele adolescente que sentia vergonha ao ver seus parentes tirando sarro de tudo que fosse diferente deles. Tive ciência que mantê-lo por perto, significava problema, do mais simples, ao mais complexo. Desnecessário. Na terceira tentativa de vir em casa, eu lhe disse que não estava. Acho que entendeu o recado. me disse que ficaria off de redes sociais e ia focar no trabalho. Fiz uso do silêncio e dias depois, suas redes estavam desativadas. Aproveitei e usei a opção bloquear.
Tem maneiras de se encontrar e se perder na vida, inclusive por macho. Para você que nunca quer se perder, repita essa frase de um querido amigo:
" Se perca em uma rola, não por uma rola"
Ainda mais um gancho.
Beijo de K
sábado 19 2022
O VERDADEIRO PICON
Vendedor, Fred, Igor, os surtos da bicha proprietária de michê em sauna. Tudo isso já bastaria, mas o Platinado, aquele que me fez sentir vontade de ao menos vê-lo sem roupa, era uma questão que eu precisava resolver. Talvez mais difícil que resolver essa questão, fosse encarar a realidade que batia à minha porta: A bicha com a qual, horas antes eu brincava de cavalinho na piscina, a mesma que dias antes me orientava a remar ao contrário em um Caiaque, havia me enviado teste positivo de Covid. Eu estava no Uber com J. e enquanto combinava de encontrá-lo no dia seguinte, abria discretamente o resultado da yag e me preparava para lidar com as consequências de dias sem cautela e autoconfiança. "E se estiver contaminado também? E J.? Igor? quem mais?" é realmente uma situação desesperadora. "E agora?" Enquanto conversávamos, perguntei se ele havia se vacinado. Ele me disse que havia tomado as duas doses. Eu, as três, então, menos mal, mas esse suspense, essa tensão, não foi capaz de me fazer fraquejar. Eu estava bem, mas até quando?
Em um ato impensado, ainda no Uber, decidi que daria meia volta e seguiria pra Sauna. Aproveitaria a chuca, o caminho feito pelo vendedor e meu ainda bem-estar, caso encontrasse o boy que eu ainda queria provar. Fui.
Ao chegar na Fox, poucos boys. Na verdade, pouca gente. Como no primeiro dia, parecia uma repetição de cena. A dona das bebidas todas, sua voz alta, o maduro, a mesa. Outro boy ocupava o lugar que antes, era do novinho de rola até então, desconhecida.
Em uma cadeira, distante, na companhia de outro boy, estava ele. De toalha, sentado. Eu pedi uma cerveja e antes que me acomodasse, ele passou a me observar e com um gesto, me convidou para a mesa. Pensei em fazer a linha mas ainda bem, acabei fazendo a simpática e fui ter com eles. Ele se apresentou e puxou a cadeira pra mim. Rapidamente, me perguntei se estava prestes a fazer o papel da de óculos que fala alto. Eu não faria isso comigo mesmo e muito menos por ele. O filho da puta é realmente um bandidinho do bem. É daquele tipo que tira, com a rola, tudo o que quiser da bicha. Mas seu ponto fraco, como a maioria dos boys, é a boca: Fala demais.
Sentei e ficamos frente a frente. O boy ao lado, era mero coadjuvante. Pra falar a verdade, nem lembro quem ele era. Talvez um fortinho parrudo, que está sempre em sua cia. Meus olhos admiravam seu corpo jovem, de aparentes 23 anos e quando desciam para a toalha, em sincronia, sua mão os guiavam e foi se abrindo o caminho que eu tanto queria percorrer. Caralho! Uma rola gigante, grossa, preta, de tom mais escuro que sua pele. Mole, adormecida. Engasguei com a bebida e um boy, que nem sei quem, se fez presente: " vai matar o cara engasgado, fulano". G. olhava em meus olhos e com cara de um puto autêntico, fechava a toalha enquanto me convidava para brincar um pouco. " Eu não gosto de brincadeira, comigo a coisa é séria". " Acabei de chegar...." mas antes que eu concluísse a fala, lembrei por qual motivo havia ido ao antro, ainda mais no contexto de dúvida e medo que me encontrava. Como em câmera, lenta, fui desfazendo tudo que comecei a dizer e em minutos, estava de pé, no quarto, com ele chupando meus peitos. Que delícia de mlk! Para quebrar o gelo que sequer existia, dei uma pausa para dizer que me sentia a Tieta, naquele quarto sombrio de puteiro, com luz avermelhada e piso de cimento queimado. Rimos e após mais uns amassos, ele deitou na cama e me puxou para cima do seu corpo. Corpo macio, carne jovem, suculenta. No cenário, ele estava ainda mais belo. Seus lábios escuros, percorriam meus peitos e pescoço, no mesmo instante que seus dedos abriam caminho ( mais, viado?) para aquela tora tentar penetrar. O pau é realmente grande e grosso. Não é brincadeira. Eu tinha certeza que rolaria apenas uma mamada e com muito esforço, o deixaria meia bomba. Deitei em seu peito e fiquei segurando aquela caceta enorme, enquanto lhe dizia, agora entender o motivo pelo qual ele ficava vestido na sauna, ou não ficava se exibindo, como a maioria o faz.
" uns boys escondem porque tem de menos, outros porque tem em excesso" falei " Com calma e jeito, vai tudo", ele rebateu.
Fui pegando e a cobra crescendo na minha mão. Tive que segurar com a boca. Ficava dura mas a danada teimava em cair (para o lado, de tão pesadona)..além de grossa, o caralho é torto, meio envergado para o lado...senhor! Suculento, cabeçudo. Duro como pedra. Eu estava quase afobada, sem saber o que fazer. Ele foi conduzindo, empurrando a minha cabeça e me fazendo engasgar. Me segurando e me deixando sufocado com aquilo. Seus dedos continuavam a percorrer. "dois" pedi. Obedeceu. Tentou me pegar de 4 pra começar. Amada? Era impossível. Eu previa o flop. Deitei de bunda pra cima e após algumas tentativas, a danada entrou. Tem umas rolas grandes que entram de tal forma, que vc se sente invadido, de verdade. Estava uma coisa deliciosa, mas eu estava incrédulo que aquela rola estava me comendo. Coloquei a mão entre nossos corpos e pude comprovar: Até o talo. Aquele saco pesado me batendo....O tesão era do caralho. Pediu pra me pegar de quatro. Fomos. Porra, pedi pra fazer de cachorrinho, com seu corpo em cima do meu, seus braços apoiados em frente aos meus. Puta que pariu. Virei ele de peito pra cima e sentei de frente. G. segurava em minha bunda enquanto eu me ajeitava e deitava em seu peito. Eu ja tinha gozado com J., sabia que seria difícil. Me pegou de pé, no meio do quarto. Pediu pra eu abaixar, me posicionou em frente a um grande espelho e meteu a rola em minha boca. Dura. Meus olhos revezavam entre a imagem real e a sua representação no espelho. O barulho de punheta pesada, o saco balançando. Ele batia forte. Eu segurava em sua bunda com uma das mãos e me apressava com a outra. Queria gozar daquele jeito. Deu umas roladas na minha cara e acabei gozando primeiro. Uma jatada farta, inundou meu rosto. Seu corpo tremia. Socou mais uma vez a rola na minha boca e foi fumar, enquanto eu ia me recompor na sauna a vapor. Nos encontramos depois no grande salão e o convidei pro vestiário. Pediu meu número ( bjo, Guh).
Eu queria de novo....mas e o outro?
By MK
quinta-feira 10 2022
SAINDO DO STAND BY
Acordei na manhã do dia seguinte e por volta das 10 fui na praia, no mesmo ponto que conheci o vendedor. Eu estava sozinho. Fui pra uma parte com pedras, um pouco afastada, mas com uma boa visualização de todo o entorno. Alguns cafuçus fumavam nas pedras. Entrei no mar e enrolei ali por uns bons minutos. Saio do mar e avisto, um pouco à frente, o vendedor com seu material de trabalho. Eu estava no alto e ele andando na areia. Me fiz ser notado. Olhei em sua direção mas não saí de onde eu estava. Ele sentou em uma cadeira e ocupou um guarda-sol que estava vazio. Começou a mexer no celular. Eu fiquei estático e um estalo me fez ir até lá. Na cabeça, apenas passar para ser visto. Eu realmente achava que o entorno da rodoviária fazia parte de um plano para derrubar uma gay sedenta. Quando cheguei perto, ele me olhou e antes que dissesse qualquer coisa, eu tomei a iniciativa: " Olha ele, o que está me enrolando"! Nos cumprimentamos com as mãos e sentei ao seu lado. " Eu te vi ali, mas você não mandou mais mensagem, achei que você tinha desistido". Conversamos sobre a cidade, sobre a praia, sobre seu trabalho e sem perda de tempo, perguntei o motivo de ter que ser na rodoviária. Ele me explicou que é por ser perto de onde ele mora e por conhecer alguns hoteis que dá pra ficar "de boa". Mas podemos ver algo aqui por perto, então, pra ficar mais perto pra você - Sugeriu. " A gente acha no Google". "Tenho que ir na auto escola, em Brotas, perto de casa mesmo." Concluiu dizendo que não era nada demorado e que umas 16 já estaria livre. Meu c.(corpo) tremia, numa mistura de dúvida e desejo. Ele disse que quando saísse da autoescola me mandaria mensagem. Fui pro calçadão. O calor era infernal. parei para me refrescar com uma água de coco, no calçadão. Meus olhos iam me conduzindo e me vi parado, enquanto chupava o canudo, de olhos duros nas coxas de um cafuçu delicioso que pedia um copo descartável ao cara dos cocos, para misturar um produto e descolorir os pelos das pernas. Ele estava com as pernas do short erguidas até onde era possível e em sua volta, outros boys faziam barulho e soltavam piadas. O coco ja havia chegado ao fim e eu ainda estava com o canudo na boca, perdido nas coxas do boy, quando fui interrompido por ele, em tom amistoso:
" Pra você que está olhando minhas coxas sem parar, pode admirar...espere eu passar o veneno..."
Enquanto falava, batia nas coxas e as exibia aos boys da rodinha, ao mesmo tempo que me atiçava.
" Eu nem estava olhando, to vendo agora de tanto que você chamou a minha atenção". " Você foi o que mais admirou. Ate o canudo está sugando sem ter mais água no coco" ( maldito)...Me perguntava se eu não tinha alguma coisa pra ele usar como luvas. O grupinho se desfez e ele já estava mais perto de mim. Antes que eu pudesse dizer algo, chega um boy mais delicioso ainda e ele fala: " E aí, pai, você sumiu.." A resposta do boy foi assim:
" Você não sabe um esquema aqui pra desbloquear celular?...Acabei de trombar um viadinho ali no calçadão, no Farol...Um Motorola novinho, zerado....Eu só cosnegui metade das instruções do mapa da criminalidade, pois minhas pernas começaram a ficar bambas e fui saindo de costas como um caranguejo, lembrando que meu celular comprado dias antes de embarcar estava no bolso. Fui almoçar.
Um boy que vendia miçangas perto do Farol tentava vender algo pra uma dupla de moças. Sem sucesso. Além de almoçar, minha intenção, na ocasião era achar um hotel para ir ter com o vendedor horas mais tarde. Não pensei duas vezes. Passei perto do Fred e ele me abordou. Expliquei que não queria os adereços, mas se teria liberdade para fazer uma pergunta um tanto ousada. Prontamente me deu garantias de que eu podia perguntar o que quisesse.
" Me fala uma coisa. Digamos que eu encontre uma pessoa para transar, andando de boa por aqui...você saberia me dizer onde posso conferir o que o baiano tem"?
Ganhei o boy, mas perderia por pura ansiedade de atender o da praia. Me disse que não conhecia e, olhando em meus olhos, segurando em minha mão, ja me marcava com uma fitinha recordação.
Olha, sua cara me diz que você é uma pimentinha e bem quente. Então, vou te dar esse colar de pimentinha. Falava isso enquanto me olhava firme e colocava o colar em meu pescoço. Eu estava louca de desejo por ele. 27 Anos, com aparência de uns 24 e um corpo básico, bastante queimado pelo Sol. Fred era belo de um jeito simples. Me disse que ali, não conhecia nenhum lugar, pois só conhecia esses hoteis perto de onde morava. Falou do "projeto" para o qual vende os adereços e enquanto tentava me vender uns colares que segundo ele, eram de prata, perguntava coisas sobre mim. Onde estava hospedado e até quando ficaria. Eu estava encantado por aquele olhar fixo e lábios corados, próximos a mim. O calor do sol era insuportável e ele ali, na tentativa de me convencer. Falou algumas sacanagens e disse que se eu quisesse, mais tarde, ele até me ajudaria a achar um local assim e que poderíamos tomar uma gelada para então, depois, ele me mostrar o calor e o tempero e a receptividade do baiano. Menti que estava sem cartão. Ele me questionou como então, eu ia pagar o hotel que estava a procurar. Expliquei que não seria pro mesmo instante. Apelou para o pix e eu para a ausência de celular. Sugeriu ir até o hotel, comigo. Escapei dizendo que não podia ir estranhos no hotel. Prometi passar no dia seguinte. Ele disse que não estaria. (e não estava, que fui ver). Prometi voltar mais tarde e ele disse que todos dizem isso mas nunca voltam. Parti com o cu em chamas e o coração apertado. Fred seguiria em minha mente pelos dias seguintes.
Foto ilustrativa, apenas
terça-feira 08 2022
TERRA DE PICON - PARTE 2
Na manhã seguinte, combinei de ferver na praia com a bilu que conheci na noite anterior. Ao descer a escada para a praia da Barra, em um ponto próximo ao Porto, alguns cafuçus faziam alvoroço, com o intuito de de nos alugar cadeiras e guarda-sol. Decidimos alugar e enquanto ainda descíamos, um dos caras do grupo disse que além dos itens, eles arrumavam nos levariam o que quiséssemos consumir e também massagem. O mais interessante deles, repetiu massagem ao ver que eu parei e comecei a perguntar se era o tipo de massagem com final feliz. Ele fez gesto ( segurando a bunda com as mãos) e fez o vai e vem com o corpo. O clima era maravilhoso! Fomos pro mar e entre uma pinta e outra que dávamos, passávamos mal com o corpo da vez que passava diante de nós. Acarajé, sorvete, assaí, óculos. Nada disso me interessava, Um cafuçu que não estava no grupinho se aproximou da gente. Em sua mão, um frasco de óleo/creme hidratante. Ele parou e ficou ali, nos observando. Em seu corpo, apenas uma sunga vermelha. Aparentava ter uns 35 anos. Sua mala marcava a sunga e a cada olhada proposital, que dávamos e nos olhávamos, ele se aproximava mais. Puxou papo e eu perguntei se era verdade que quase todos os caras na região fazia massagem. " Uns 80%".
" Você também faz massagem, moço"? Ele sabia que eu estava de xaxo, mas da sua parte, o papo era sério. Aproveitei para saber de tudo. Em alguns minutos, ali, de pé, ele ja havia dito quanto cobrava e as pousadas que permitiam atendimento. Expressão minha. Deixamos ele pra lá, ainda nos olhando e voltamos a atenção para os corpos que passavam. Sob um guarda sol que nos protegia de um sol escaldante, o tirar e botar dos óculos era movimento constante, que eu fazia questão de fazer.
O MELHOR ESTÁ POR VIR
Foto real - 3° boy
Voltamos a falar da sauna e dos boys. Entre um comentário do tamanho do dote mati do boy maduro da Fox e uma olhada nas malas do entrono, fomos interrompidos por um vendedor de camisetas regatas. 20 reais. Ao nosso lado, pude avistar um par de coxas bronzeadas, poucos pelos nitidamente, aparados com maquininha, terminavam dentro de um shorts básico, de listras. Meu olhar foi subindo e parou em uma parte da tatuagem que me deixava ver apenas sua metade. Na parte superior, uma camiseta de compressão, azul, de manga longa. Meu colega estava distraído com os camisetas. A bicha levou a sério e começou a escolha por uma estampa que lhe agradasse.
" Escolhe uma, bicha". " Vê uma que te agrade"
"Taboa viado, eu quero é ver essa tatuagem toda e onde ela termina"
O boy deu um sorriso que me fez esquecer tudo que havia em volta da gente. Ele estava ao meu lado direito e eu tive que tirar e colocar os óculos algumas vezes, para que ele percebesse, caso ainda tivesse dúvida, que onde há bicha, não há paz: Eu estava louca do cu. Ergueu a perna do shorts e mostrou a tatuagem, que termina antes do final da coxa.
" Vai me dizer que você não faz massagem...Estou sabendo que por aqui, a maioria faz massagem"
" Massagem? me questionou, ainda rindo. Fui claro e estiquei a pronúncia da palavra. Ele riu e me fez rir com o grelo.
" Fora daqui, da pra gente conversar, Pega meu número".
Ainda incrédulo, falei que estava sem celular. A yag que estava comigo ( depois disse que foi sem maldade) dispara: " Pega o meu"
" Bicha, quer furar meu olho? na minha cara"?
Enquanto ele ainda tentava organizar as camisetas, eu falei em tom baixo, que falava sério. Ele sacou o celular do bolso e anotou meu número ( beijo, Guh).
Expliquei que aguardaria a mensagem e ele se foi, deixando uma vontade de entrar no mar e fazer um bolo ali mesmo.
No meio da tarde voltei pro hotel e conforme havia comentado com a gay, era óbvio que ele não mandaria mensagem e sequer teria mesmo anotado meu fone.
" E ae, fulano aqui". Era a mensagem no zap.
Ain...Eu já estava com tudo esquematizado pra ir no Club 11. Fiquei dividido mas mesmo assim, deixei claro o que queria. Rola. Ele disse que só podia no finalzinho da tarde pra noite e que tinha que ser perto da Rodoviária. Olhei no maps e a distância era 8 km. Ele não respondia as mensagens de maneira instantânea, afinal, estava na praia trabalhando. Eu decidi não arriscar. Na minha cabeça, a certeza de que nunca podemos deixar de considerar um monte de coisas e acontecimentos que nos tornam cada vez mais inseguros, quando temos um encontro com alguém desconhecido. Fui pra sauna.
NÃO CUSTA TENTAR
Cheguei na recepção por volta das 18:30 e me tornei ouvinte do diálogo de dois clientes e do Recepcionista:
" Já está tarde, pros boys. A casa ta boa, mas o horário de pico é das 16 às 18. Os boys vem cedo. Se você quer se dar bem, tem que vir cedo, porque essa hora, as bichas alugam os boys que sobram e ficam de romance"
" As bichas precisam entender sauna é pra pegar boy, pagar, trepar e deixar aqui. Vejo as bichas se iludindo com romance com boy. Depois que leva os golpes, fica aí chorando e culpando a vida"
Não me contive e já me intrometi. " Já gostei da casa, sem nem entrar. Só de você que está aqui na frente ter esse entendimento e falar essas coisas, ja me faz ver que não estou louca".
O papo rendeu e um boy colocou a cabeça para fora da porta. Antes que pudéssemos falar alguma outra coisa, um dos dois clientes dispara: " Quero fulano"... citando o desejo e o nome do boy. Com um humor maravilhoso, a bicha da recepção dispara: " você é ativo? Porque ele é pam...toda a sauna sabe e ele não faz questão de negar"
"É o que? Pam? o que é isso?"
"Passiva até a morte, viado" tive que traduzir.
Entrei e fui explorando a casa. Na escada que dá acesso ao bar no piso inferior, alguns boys aglomerados. Me vi tímido passando na frente daquela fila de homens utilizando apenas toalha. Não eram muitos. Conforme a escada ia terminando, outra fila estava formada, encostados na parede. Me senti muito puta. Alguns me olhavam e outros alheiros, apenas subiam e desciam. Fui ao bar, pedi uma bebida e sentei para beber e respirar, antes de continuar a exploração do espaço. Logo, um boy se aproximou. Fui educado, mas não olhei diretamente pra ele. Quis saber se era minha primeira vez na casa e obteve um " vim algumas vezes". Ele sabia que eu não era de lá. Boy tem faro.
Quando comecei a circular pela casa, como se estivesse esperando platinado sair de alguma cabine ou encontrasse um boy que fizesse o eu corpo reagir da mesma forma que reagira na Fox, me dei conta que, pelo jeito, voltaria zerado mais uma vez. Um senhor muito simpático puxou papo comigo e, como se me conhecesse de uma longa data, disse que eu deveria aproveitar o que tinha, pois daquilo não passaria. Disse que a sauna é um lugar de cafuçus deliciosos, mas que devido a crise, parece ter havido debandada das yag e consequentemente, a fuga dos boys, por falta de público pra atender. Decidi tirar a roupa e ao menos ficar na sauna a vapor, pois havia um pequeno burburinho, um entra e sai de boy excitado. Olho para a grande escada e eis que está descendo, aquele boy que dois dias antes, manjou a minha mala no banheiro da Fox. " Ahhh não, não pode ser." Passou por mim e seguiu pleno. Amaada.
Fui para o salão superior. O boy manjador estava de caceta dura, sentado num futon, colocando a mão de uma sedenta que fazia a tímida. Ela estava indecisa. Consultei o senhor simpático e perguntei se o conhecia. " É esforçado. É básico, mas muito atencioso, faz as coisas pra te agradar. Não seja tão exigente. Aproveite que está aqui"
SE TU NÃO QUER...
Em umas banquetas ao lado, uma dupla teen observava o movimento e presenciaria a forma correta de se dar o bote. A gay continuava a apertar a rola dura do boy. Eu sentei em um ponto em sua frente, dei uma mordida no lábio e uma levantada na ponta da toalha. Saí e dei uma leve olhada pra trás. As teens ficaram observando a nossa subida ao quarto.
Ao chegar no quarto, deitei de peito pra cima e ele se encaixou em cima de mim, por entre as minhas pernas. Que rabo" Um boy pesado, corpo em dia, sem ser sarado. Me beijou. Não fiz muita questão de beijo e o conduzi até meu peito. Começou revezar entre um peito e outro, ao mesmo tempo que usava o dedo para preparar o terreno. Ele estava nervoso. Seu corpo pesado continuava sobre o meu. Sua boca começou a trilhar caminhos que me fizeram entrar em alerta. Antes que eu pudesse me concentrar, ele estava mamando. Lembrei que tinha feito a chuca e tinha ido para dar. Reconduzi o boy ao meu peito e dessa vez eu o beijei. Fiz com que ele ficasse por baixo e tratei de mamar melhor que ele e de maneira mais demorada. Que tesão. Que caceta linda, grande, reta, macia e ainda grossinha. Deitei de bundinha pra cima e ele relaxou todo aquele peso em cima de mim. Foi encaixando. Eu tratei de relaxar e me entregar. Nada de dor. dei por um bom tempo nessa posição e o joguei no meio das minhas pernas. Me comia e mamava o meu peito ao mesmo tempo. Temi que ele gozasse. Pediu pra eu sentar e ficou de peito pra cima. Sentei de frente e fui perdendo o foco. Perdi o tesão. o boy da praia surgiu no meu imaginário. Perdi o controle.
"Se quiser, pode gozar no meu peito". Obedeci
. Saímos do quarto e continuei pela sauna. Outros boys bem que tentaram, mas nada me provocava desejo. Um boy parrudo chegou em mim e fiz pouco caso. Ele se vestiu e aquela bunda no Jeans, aquele homem vestido, despertou o meu tesão. Ele foi embora.
By MK
Aguarde a parte 3.
domingo 06 2022
TERRA DE PICON PARTE 1
Eu tinha uma viagem programada pra Salvador fazia algum tempo. Entre a espera de melhoria na situação da pandemia e o desejo de fazer o movimento de sobe e desce em um corpo diferente, sob uma temperatura de uns 38 graus, eu preferi ir e continuar tendo todos os cuidados sanitários que tenho aqui ( fui na sauna duas vezes aqui, só essa semana).
Um dia antes do embarque, a Cia aérea me notificou de alteração no voo. É pra não ir? Eu vou! No mesmo dia, fui orientado a embarcar em outro aeroporto de origem. "Ai, chega, não é pra ser".
Fui.
Aproveitei um pouco a cidade...Mentira, dormi e no dia seguinte fui pra sauna.
Sauna Fox
Na portaria, um segurança me deu as boas vindas. É curioso que mesmo o funcionário da externa, já te acolhe e se mostra simpático, demonstrando ter ciência que aquele espaço existe, graças a você que frequenta, graças ao boy que ali vai doar seu leite e fazer sua arrecadação diária para pagamento da pensão, para comprar alimentos, para fazer a aposta no jogo de azar. Apesar de estar na moda os desenfreados pedidos de Pix, as pessoas ainda precisam se coçar para conseguirem o que almejam ter. Manter uma sauna gay, ou qualquer outro espaço, está longe de se resumir a tinta cara nas paredes, mobília com ares de requinte e decoração impecável. A estética é fundamental, mas tende a ser secundária. Voltemos à realidade.
Entrei e dei de cara com todo mundo, em volta de um bar simples. Cadeiras e mesas plásticas brancas, eram ocupadas por pessoas de variadas idades e portes físicos. Não estava lotada. Dos presentes, uns 10 eram boys. Uns utilizando apenas toalhas, outros estavam vestidos, como é habitué nas saunas que costumamos frequentar. Meio deslocado, ainda tentando me localizar, sentei em uma banqueta simples de madeira e fui recebido por um dos dois simpáticos funcionários. Dois senhores animados e fervidos, trajando roupas simples, como quem está em casa lavando louça. Entre um atendimento no bar e uma acendida com o isqueiro no cigarro de um cliente, um deles me orientou a ir até a recepção abrir a minha comanda e pegar chave de armário. Eu já havia chamado atenção. Algumas pessoas já me olhavam e sabiam que era, provavelmente, a minha primeira vez ali. Um boy maduro ( Beijo, Rapha) fez sinal de levantar e eu notei que era em minha direção que ele vinha. Ráaah! Fui mais ágil, levantei primeiro e fui até a recepção. Enquanto ia, cruzei com um boy novinho, com o cabelo platinado ( descolorido), usando bermuda, camiseta e nos pés, um tênis e uma meia cano alto. Meu c..(corpo) estremeceu todo. Ele nem me olhou. Na recepção, fui consultado se já conhecia a casa. Como tinha boy perto, disse que sim e fui tateando até achar o vestiário. Fiquei surpreso ao me dar conta de que é um único vestiário para todes. ( boys e não boys).
Ainda vestido, voltei pro bar e pedi uma bebida. Antes que pegasse na garrafa, chegou um boy ( aquele que atira pra todo lado) e quis saber se era minha primeira vez ali. Eu disse que não e antes que concluísse, ele ja queria saber de onde eu era. Dessa vez foi eu que o interrompi, perguntando, em tom de brincadeira, se aquilo era uma entrevista. Na mesa atrás da gente, uma bee de "ocrinho" gralhava alto, na companhia do platinado e do maduro que ameaçara ir em minha direção, quando da minha chegada. Para olhar pro boy de trás, era necessário um pequeno movimento de pescoço, que era impossível de ser contido. O do meu lado, a essa altura, já me oferecia uma espécie de serviço: Massagem nos pés, que segundo ele, era sua especialidade: " Odeio massagem, boy...e depois, tenho cócegas nos pés, vc não aguentaria meu riso" . Diante de tanta negativa da minha parte, ele apelou e disse que a massagem era boa, que queria apenas que eu desse uma oportunidade pra ele mostrar seu potencial. Dessa vez, não cobraria pela massagem. Novamente, em tom de brincadeira, eu perguntei se aquilo se tratava de uma entrevista para emprego. " Isso foi um pouco escroto" ele disse. " Escroto seria se eu nem tivesse aqui te ouvindo, amor, pensa pelo lado positivo. Estou te dando a oportunidade de repensar sua abordagem na oferta do seu serviço". Não, não deu briga. Gargalharíamos dois dias depois.
SE EU NÃO FAÇO, TORÇO PARA QUE O FAÇAM
Na mesma banqueta e já com outra bebida, meu pescoço me traía e a cena era a mesma: Uma mesa farta de bebidas, uma gay bem alcoolizada e falante e dois boys: O platinado e o maduro. Entre uma gargalhada solitária e outra, a bicha agarrava o boy de cabelo loiro e dava-lhe um beijo rápido, notadamente, sem língua. O outro, apenas papo. A situação não chamava apenas a minha atenção, afinal, assim como eu, talvez, ele fosse a primeira opção pra transar, caso não estivesse alugado. para muitos dos presentes no recinto. A bicha foi, ao banheiro, imagino, e o boy se dirigiu até a banqueta de um gringo loiro, que estava duas banquetas após a minha. Um abraço, umas fungadas no pescoço e em sua mão, de presente, bem na volta da locadora, uma nota de 100. Muitos puderam ouvir o som que ecoou, assim que o boy voltou pra mesa, em sincronia com o movimento do meu pescoço:
" Que saibam que tem dona". (amaaada, deixei escapar)
Menos de um minuto depois, o boy levantou e foi ao vestiário.
" Eeeba, vai botar a toalha e vou ver se tem necão", pensei.
Não me contive e quando estava indo verificar, ele já estava negociando com uma bilu. O encontrei de volta, na recepção dizendo, ao mesmo tempo que escrevia no Whatsapp.
" Corre aí, vai rápido, o cliente ta me esperando". saiu da sauna e foi ter com a bicha fora dali. Foi embora. Era certo que eu sentaria de frente.
A ciumenta da mesa farta, a essa altura, estava sendo acariciada pelo maduro. Levantaram e foram ver quem era mais rápida pra ser passiva.
Conheci uma yag do Sul ( beijo, Paola). Ficamos trocando figurinhas ao som de uma dupla que fazia música ao vivo, enquanto a bicha que parece ser a proprietária, fazia performances aleatórias no meio do grande pátio. Estava ficando tarde. Na mesa que ocupávamos, sentou um boy e puxou papo. Eu estava pronto pra trepar. Ele, um pouco tímido, alto, 22 anos, corpo da cor do verão de Salvador. Me olhou bem de perto, mas não senti aquilo que senti quando dei de cara com o platinado. A bicha que conheci disse, em conversa reservada, que já havia atendido dois. Me senti a fraca e gastadeira de água. Consultei a tabela de preços com a bicha e era condizente com os 100 que o menino pedia. Fiquei na dúvida ( na dúvida, não vá?).
Eu disse que ia pensar rápido e fui tirar a roupa. Fui ao banheiro e ele foi atrás. No mictório, começou a me agarrar e eu bem vi quando eu deu uma manjada ( sofro). Perguntei qual preferência ele tinha e obtive um " tudo" como resposta. Desisti. Disse que precisava ir embora naquela hora. A yag do Sul sugeriu embarcar junto comigo para passarmos em algum lugar pra comer. Quando o carro do aplicativo já estava chegando, ela desistiu e foi atender ao boy maduro, que atendera a ciumenta momentos antes.
Fui embora. Na cabeça, a dúvida: E se eu tivesse pego o menino que fazia tudo? Ia dormir comido. Ou eu, ou ele.
Aguarde a parte 2.
By MK
